Amanhã (8 de Março) será decidido pela IFC (Corporação Financeira Internacional), braço de apoio do Banco Mundial, um empréstimo no valor de US$ 90 milhões para o Grupo Bertin, maior exportador de carne do Brasil. O Banco Mundial fazendo isso está prestes a defender estragos imensuráveis na região. A pecuária já é o principal fator de destruição da Amazônia, ultrapassando a indústria madeireira.
Adquirindo “gado” de terras ilegais, griladas e até fruto de trabalho escravo, grupos como Bertin ainda sim tem ganhado respaldo financeiro de investidores internacionais que dizem agora cobrar “padrões éticos” dos beneficiários. Não há dúvidas que esses investidores não estão sendo movidos por “motivos nobres” e sim por interesses financeiros e políticos.
O IFC já cometeu diversos erros, apoiando projetos de largos custos ambientais como o plantio de soja na região Amazônica pelo grupo Maggi, fato que foi denunciado pelo Greenpeace em 2006.
Se pelo lado ecológico estamos indo para um caminho nebuloso, a questão dos direitos animais sequer é pensada vagamente. O Banco Mundial, assim como o consumidor final, continua financiando a reprodução da domesticação e da transformação de animais em produtos de consumo.



Que triste.
Seja vegano(a)!
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