Blog

0

Carta para o(a) protetor(a)

O trabalho que você faz é essencial à vida de diversos animais. Reconhecemos seu esforço incrível na promoção de uma vida feliz para cães e gatos. Gostaríamos de chamar atenção, no entanto, para algo simples que você também pode fazer e que irá impactar na vida de dezenas, centenas e provavelmente milhares de animais e sem precisar de tanto esforço.

Vivemos numa cultura em que os animais não-humanos são usados por nós para satisfazer nossas mais diversas vontades. São vistos como simples coisas, sem sentimentos, vontades e preferências. Valem apenas na medida em que valem para nós; são meios para fins humanos. Você, protetor(a), sabe como é difícil fazer com que as pessoas respeitem os animais.

Nós, animais humanos, possuimos o interesse fundamental de sermos livres, e por isso dizemos que temos um direito moral à liberdade. E exatamente o mesmo raciocínio vale, ou deveria valer, para os animais não-humanos. Todos os animais, humanos ou não-humanos, independente da espécie, querem ser livres.

Você, como protetora ou protetor, sabe muito bem o que é defender um animal, como um gato, cão ou mesmo um animal silvestre. Já presenciou de perto o sofrimento de um animal e muitas vezes já até deixou suas atividades diárias em prol desses animais. O problema é que nossa cultura antropocêntrica nos faz esquecer de outros animais só por conta de suas espécies, principalmente vacas, bois, porcos, frangos, galinhas e peixes, ou seja, aqueles que são utilizados para nos servirem de alimento, seja através de carne, leite, ovos ou outros produtos. Pense bem, você seria contra matar um cão simplesmente porque alguém “sente prazer nisso” ou mesmo para servir de alimento, ainda que a morte fosse a menos dolorosa possível? Isso é inaceitável, certo?! Se você concorda, lembre-se que animais como vacas, porcos, peixes e abelhas são diferentes fisicamente, mas todos são capazes de sentir dor. Todos eles são capazes de sofrer, enfim, todos querem que sua vida seja preservada e que sua autonomia não seja roubada. Todos os animais querem viver e ser livres. A cultura vigente separa hierarquicamente os animais que devem ser defendidos daqueles que devem ser usados como um mero produto, mas não há justificativas plausíveis para essa divisão.

Toda vez que sentamos para fazer uma refeição fazemos escolhas. E sim, podemos escolher proteger, ou melhor, não causar dano e morte aos animais, independente da espécie. E de quebra, diminuir o impacto ambiental e melhorar nossa saúde. Segundo a FAO, a criação de animais para alimentação gera mais gases responsáveis pelo efeito estufa do que todos os automóveis juntos. Ínumeros estudos demonstram que muitas doenças graves, como câncer e problemas coronários, estão ligadas à alimentação baseada em produtos de origem animal.

Ninguém precisa comprar couro, “animais de estimação” ou ir a zoológicos. Todos podemos boicotar empresas que fazem testes em animais. E ninguém precisa se alimentar de produtos de origem animal, como carnes, laticínios, ovos e mel. A postura filosófica e política baseada nesses preceitos chama-se veganismo.

Veganismo é valorizar todas as formas de vida animal e buscar respeitá-las igualmente. 

A vegana e o vegano buscam a abolição da escravidão animal, através da não utilização de animais como objetos de consumo. Ser vegano(a) não é uma “missão impossível”. Você pode pegar conosco ou baixar na internet o guia Primeiros Passos para o Veganismo, que irá te ajudar no processo de transição. E lembre-se, só no Brasil 30 milhões de bois são mortos anualmente para alimentação, sem contar peixes, galinhas e outros. Com o veganismo você pode mudar a vida de muitos desses animais. Veganismo é uma atitude simples, que não irá impactar no seu ritmo diário e que promove uma mudança profunda e positiva para os animais. 

A boa notícia é que, além de respeitar os animais, contribuir com o planeta e melhorar sua saúde, você desfrutará de muito sabor na alimentação vegana! Veganos(as) não comem carne, ovos, leite e mel, entretanto se alimentam de inúmeros grãos como arroz, feijão, grão de bico, lentilha, trigo sarraceno, cevada, além das hortaliças, castanhas, legumes e das riquíssimas frutas que temos em abundância no Brasil. Alimentos que muitas vezes passam desapercebidos pelo paladar homogeneizado. Experimente criar e preparar diversas receitas veganas! Pizzas, massas, sanduíches, bolos, doces, do mais gourmet ao mais simples.

Nós fazemos parte do Gato Negro, um coletivo pelos direitos animais que defende a abolição da escravidão animal através de projetos educacionais e divulgação do veganismo.

Acesse mais informações sobre veganismo e direitos animais e tire suas dúvidas.
Tel. (31) 9322-6831 (das 9h às 18h)

Esse texto é um panfleto do Gato Negro, baixe a versão versão em PDF ou imagem.

0

I Oficina Culinária Vegana Temática da Gato Negro

O Gato Negro tem o prazer de convidar todos e todas para sua primeira oficina vegana temática de 2012! Nessa primeira oficina o tema é a culinária italiana.

Preparações
Bruschetta clássica e ao funghi
Spaghetti integral ao pesto
Risotto
Lasagna de Tofu (com massa tradicional e beringela)
Sobremesa Palha Italiana

Preço: R$35,00, vagas limitadas e sujeitas a confirmação via pagamento.

Formas de pagamento
Depósito bancário
Cartão de crédito (pagseguro) ou boleto bancário. *Adicional de 3 reais devido às taxas do serviço

Evento no Facebook

Dia 26 de Janeiro, quinta-feira
Às 18:30h
Local: Espaço Gourmet – R. Cláudio Manoel, 197 – Funcionários.

Informações para pagamento e confirmação: (31) 8578-3178, Felipe.

Delicie-se com a culinária vegana!

0

Lista de produtos veganos

Para aquelas pessoas que estão começando a descobrir o veganismo estamos criando agora a seção de produtos no site. Ela inclui por enquanto produtos de limpeza e higiene, alimentação e calçados. A intenção não é criar uma lista definitiva, mas apenas ajudar aos que se iniciam no veganismo com algumas dicas de produtos.

Como, infelizmente, não temos tantas empresas 100% veganas no Brasil, leia sempre a embalagem e confira se o produto ainda é vegano, mesmo os que estão aqui na lista – estes podem sofrer alterações na formulação do produto ao longo dos anos. Lembrando que o Gato Negro também não endorsa quaisquer das empresas listadas, apenas queremos ajudar as pessoas que começam no veganismo a saber onde procurar.

Se está começando, dê uma olhada e não esqueça de baixar o Guia de Iniciação ao Veganismo. Se já é vegan@ há mais tempo aproveite para deixar suas sugestões no contato@gato-negro.org

0

Grupo de Estudos Gato Negro (1° Encontro)

O Gato Negro, convida para o primeiro encontro do grupo de estudos. O objetivo do grupo de estudos é aprofundar as discussões e leituras principalmente sobre direitos animais na perspectiva abolicionista.

O tema desse primeiro encontro é um texto do Prof. Gary L. Francione “Abolição da exploração animal: a jornada não começará enquanto estivermos andando para trás” de 2006, que é uma crítica direta ao texto de Peter Singer e Bruce Friedrich na revista Satya com o título “The Longest Journey Begins With a Single Step: Promoting Animal Rights by Promoting Reform”. Nesse texto Francione critica as reformas bem-estaristas e demonstra como a posição abolicionista não é uma posição de “tudo ou nada”.

Como funciona?
Uma pessoa irá apresentar o texto e em seguida abriremos para discussão.

É obrigatório a leitura prévia do texto?
Não, mas é recomendado que você leia o texto para poder discutir melhor o assunto.

Como leio o texto?
Acesse aqui o texto.
Caso queira ler o texto que originou o texto escrito pelo Prof. Gary L. Fracione, acesse aqui (em inglês).

Onde e quando?
Dia 22/01/2012 às 15:30 – 19:00
no Ystilingue – Edifício Maletta, Av Augusto de Lima 245, Sobreloja 35

Confirme sua presença no evento no Facebook

0

Homus

Essa é a receita de homus que ensinamos no Dia Mundial Vegano 2011. Homus é um prato árabe naturalmente vegano, rico em proteínas e delicioso. Muita gente pediu ela escrita, e aqui está a receita!

Ingredientes

500g de grão de bico
10 colheres de sopa de tahini (como opção econômica: gergelim torrado e moído no liquidificador)
4 colheres de sopa de azeite extra virgem
1 limão médio
1/2 cebola média
2 dentes de alho
Sal a gosto

Preparo

O maior problema dos homus que vemos por aí é o sabor muito amargo do grão de bico. Para tirar esse amargo e ainda melhorar a absorção de vitaminas e minerais do grão de bico, o ideal é deixar de molho de um dia para o outro e tirar a casca. Deixe bastante espaço na vasilha que for deixar de molho, pois o grão de bico ganha bastante volume depois de hidratado.

No dia seguinte vem a outra parte mais complicada: tirar a casca. Temos uma dica que é dar choque térmico. Escorra toda a água do molho. Coloque numa panela grande o grão de bico e encha de água, quando a água começar a formar bolhas, tire do fogo. Escorra rapidamente essa água quente e jogue água fria corrente. Vá fazendo isso até o grão de bico ficar bem frio. Após, com ele imerso na água fria, começe a debulhar e rapidamente você verá que as cascas ficarão suspensas na água. Jogue as cascas fora.

Agora coloque o grão de bico sem nenhum tempero numa panela de pressão. Deixe pegar pressão e depois disso mais uns 10-15 minutos de cozimento, dependendo da sua panela. Ele estará cozido e com sabor bem neutro.

Dica: Você pode evitar todo o trabalho até aqui comprando o grão de bico já pré-cozido, em algumas cidades é fácil de encontrar. Ainda preferimos o fresco ;)

Agora é a parte fácil! Escorra totalmente a água do grão de bico e reserve. Coloque num liquidificador o grão de bico puro, o tahine (ou gergelim torrado), a cebola, o alho, azeite, o sumo do limão e sal à gosto. Se seu liquidificador for pequeno e fraco, divida e bata metade, depois a outra metade. Se estiver muito seco adicione a água do cozimento aos poucos (cuidado pra não ficar muito líquido). A consistência do homus é pastosa, tipo um patê.

Prontinho pra comer! O homus funciona bem no lanche, café da manhã, almoço e jantar. No lanche, junto com pão árabe, nos almoços e jantares, junto com arroz com lentilhas e tabule fica perfeito.

0

Você tem 3 minutos?

Você tem 3 minutos? Assista esse vídeo e veja como um boi reage ao sentir que vai ser morto. O vídeo não tem cenas sangrentas, apenas a reação do animal a morte anunciada. O vídeo foi filmado em um abatedouro dentro das normas européias de abate “humanitário”. Fica claro o oxímoro, se é morte de um animal saudável, que quer viver, que luta para continuar vivo, não há como ser humanitária.

Precisamos praticar uma violência para consumir carne, ovos ou leite. Esse vídeo mostra o que é o destino também de animais para produção de leite e ovos: a morte.

Você acha errado matar um animal por prazer ou conveniência? Saiba que não há motivos a não ser prazer e conveniência para continuar consumindo produtos de origem animal. Ser vegan@ não é só saudável como é indicado pelos orgãos de saúde oficiais como FDA e ADA. Faça a mudança seja vegan@. Baixe o guia e começe agora.

0

5º Vegnic Petrópolis – Piquenique Coletivo Vegano

Leve um prato vegano para compartilhar e a sua receita para trocar!

O piquenique ocorrerá dia 28 de dezembro, quarta-feira, às 16 h, no gramado do Parque Municipal de Petrópolis (Estrada União e Indústria, 10.000 – Itaipava). Se chover, o evento acontecerá no pátio do Shopping Vilarejo.

Mais infos: (24) 9200-0873

Participação: Santuário das Fadas e Coletivo Gato Negro (BH)

Participe do evento no Facebook.

Onde
Parque Municipal de Petrópolis, Itaipava – Estrada União e Indústria, 10.000
0

Sobre o caso do Yorkshire

A mídia está noticiando um caso de crueldade contra um yorkshire que provavelmente foi morto por uma enfermeira. O fato chegou rapidamente às pessoas e uma grande comoção nacional se instaurou. Mais que revolta, a notícia foi recebida com desejo de vingança pelas pessoas, na internet pessoas indignadas xingaram e chegaram até mesmo à ameaçar a autora da violência contra o animal com mais violência. A mulher pode ser processada por crime ambiental e crime de tortura psicológica de incapaz, já que o filho de 2 anos presenciou a cena.

Ao prestar depoimento à uma delegacia, a enfermeira disse que o animal “dava muito trabalho”, e assim por conveniência acabou matando-o. Nós, do Gato Negro, demonstramos repúdio a este ato de violência. Claro, somos contra a violência a qualquer animal, independente da espécie. E nesse caso, além da morte o animal foi exposto a bastante sofrimento o que agrava ainda mais a situação. Entretanto, esse fato mais uma vez levanta algumas questões.

Em geral, as pessoas concordam que o ato que a enfermeira praticou é uma violência desnecessária. Por mais que ela preste declarações afirmando que o animal dava trabalho e por isso não lhe era conveniente que o animal continuasse vivo, a conveniência não é um argumento plausível, pois não é uma necessidade. Nem mesmo se ela sentisse prazer e fosse uma sádica, como uma repórter sugere no final dessa reportagem, acharíamos justificável. Correto?

Mas, vamos lá, porque então continuamos usando animais para pesquisas, entretenimento e mais ainda para alimentação? Por que de alguma forma financiamos essa violência contra os animais para produção de carne, ovos ou leite? Esses animais vivem vidas tão miseráveis ou até piores que a do yorkshire. Não mereciam eles também alguma comoção? Claro, todos nós do Gato Negro já fomos um dia onívoros, a intenção por trás de quem se alimenta de carne, ovos e leite é apenas se alimentar, enquanto a enfermeira teve intenção de matar. Mas cabe a nós irmos mais a fundo nessa discussão para debater e entender que realmente não há necessidade de se usar animais, que o veganismo é possível. É este o trabalho que fazemos, mostrar o quanto o veganismo é possível e como se torna desnecessário o consumo de carne, ovos, leite, mel ou produtos testados em animais.

O que muita gente ainda não sabe, é que não precisamos de produtos de origem animal, não vamos morrer de fome sem carne, ovos ou leite e nem perderemos nossa saúde, na verdade eles até fazem mal e causam doenças como obesidade, câncer, diabetes e muitas outras. Temos certeza que muitas pessoas depois desse dilema vão se voltar para o veganismo. Caso contrário, o que sobra como argumento é que “gostamos muito de carne, leite e ovos” ou seja, usamos, prendemos e matamos também por prazer ou dizemos que estamos tão acostumados e que é difícil ser vegano(a) e continuamos reproduzindo a violência contra os animais não humanos por conveniência. Enquanto isso eles morrem.

Agora, volte ao início do texto e veja quais motivos levaram à ação da enfermeira, compare com os argumentos que usamos para continuar nos alimentando de produtos de origem animal. Não vemos tanta diferença. Precisamos parar com todo ciclo de violência aos animais, ser vegano(a) e divulgar o veganismo.

Por fim, as leis não protegem os animais como seres sencientes, que têm interesse em sua própria vida. Uma prova disso é que os crimes ambientais, onde são figurados os maus-tratos, se convertem em alguma pena que será sempre alternativa, por ser considerado um crime leve. A enfermeira, no entanto, pode ser processada por tortura psicológica, não do yorkshire, mas da criança de 2 anos que assistiu às cenas brutais de violência. É claro que a criança deve, sem dúvidas, ter seus direitos respeitados. Por outro lado, percebemos uma discrepância, o animal não têm quaisquer direitos e, o pior, quem têm direitos é o(a) dono(a) sobre o próprio animal. Segundo as leis atuais, a enfermeira têm o direito sobre o animal, de usá-lo, comprá-lo, vendê-lo e, de alguma forma implícita, fazer o que bem entender com ele. Quando permitimos que os animais sejam produtos, estamos dizendo também que eles podem ser usados de acordo com o que o dono institui como aceitável. Não é atoa que a enfermeira precisou apenas dizer que “o animal dava muito trabalho” para que fosse liberada da delegacia. Dessa mesma forma acontece com animais de consumo: vacas, galinhas e peixes. Não é através de leis que terão uma vida melhor. Em suma, as leis não vão prover qualquer proteção substancial aos animais, mas apenas proteger os interesses dos(as) proprietários(as). Como os animais são considerados propriedade, eles podem ser comprados e vendidos.

O veganismo afeta diretamente na demanda, e assim, na morte e uso de animais que não tem absolutamente nenhuma escolha.

Ser vegano(a) é fácil (muito mais fácil do que ser um animal sem opções de escolha), saudável e até impacta menos no meio ambiente. Ser vegano é o mínimo que podemos fazer, está assim além de uma opção, é deixar de praticar um ato violento. Que tal debater mais? Vamos pensar mais? Baixe nosso guia de Introdução ao Veganismo que pode te ajudar bastante nisso.

O vídeo abaixo contém cenas fortes.

0

Curso de culinária de natal vegano em BH

Um curso de culinária especial para o fim de ano está sendo ofertado para o dia 21/12, das 18:30 às 22:30. A chef Luiza Oliveira irá ensinar receitas exclusivas para uma ceia de natal diferenciada, nutritiva, criativa e vegana!

O cardápio foi estruturado para proporcionar uma experiência gustativa diferenciada, partindo de uma pesquisa rigorosa sobre a combinação de alimentos frescos e saudáveis.

Entradas:

  • Salada de quinoa com repolho, abacaxi, coco ralado, uva, castanha de caju e leite de coco
  • Salada de agrião com peras ao vinagrete de chocolate amargo com balsâmico e azeite e torrada de pão sírio.

Pratos:

  • Nhoque de biomassa ao molho de tomates com manjericão
  • Arroz verde de ervas com pistache e castanhas
  • Quibe de cogumelo shimeji ao molho de gergelim

Sobremesa:

  • Mousse de chocolate amargo com biomassa, pimenta e canela

O curso possui vagas limitadas, e o valor das inscrições é de R$ 50,00. Existe uma promoção exclusiva par assinantes do jornal Estado de Minas. Maiores informações pelo telefone 3508 9139.

UNA Campus Guajajaras
Rua Guajajaras, 175, centro.
Data: 21/12
Horário: 18:30 às 22:30
Informações: 35089139

0

Coletor Menstrual Miss Cup

Já estamos oferecendo o coletor menstrual Miss Cup na Loja Gato Negro! Miss Cup é uma opção vegana (já que todos absorventes convencionais são testados em animais no Brasil) e ecológica aos absorventes tradicionais.

Toda a renda arrecadada com a venda é destinada aos projetos de educação vegana e direitos animais.

  • Contador

    Animais mortos para carne, leite e ovos, desde que você abriu esta página. Isto não inclui os bilhões de peixes e outros animais aquáticos mortos anualmente, pois o número é imensurável.

    Baseado nas estatísticas de 2007 da FAO (Food and Agriculture Organization) Global Livestock Production and Health Atlas.

    Coloque este contador em sua página »