Ativismo

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Piquenique vegano em Belo Horizonte

Neste domingo o Gato Negro convida a tod@s para um piquenique vegano (sem carne, ovos, leite ou qualquer produto de origem animal). Traga seu lanchinho, receita e compartilhe conosco!

Venha aproveitar o domingo e reencontrar amig@s ou fazer novas amizades, bater um papo e comer algumas guloseimas :)

Vamos nos encontrar às 15:30 na entrada do Parque das Mangabeiras neste domingo, dia 12 de Fevereiro. Se ficar perdid@ ligue pra gente!

Evento aberto e gratuito!

Sem ideias do que levar? Veja algumas receitas veganas.

Contatos:
contato@gato-negro.org
(31) 9322-6831

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Carta para o(a) protetor(a)

O trabalho que você faz é essencial à vida de diversos animais. Reconhecemos seu esforço incrível na promoção de uma vida feliz para cães e gatos. Gostaríamos de chamar atenção, no entanto, para algo simples que você também pode fazer e que irá impactar na vida de dezenas, centenas e provavelmente milhares de animais e sem precisar de tanto esforço.

Vivemos numa cultura em que os animais não-humanos são usados por nós para satisfazer nossas mais diversas vontades. São vistos como simples coisas, sem sentimentos, vontades e preferências. Valem apenas na medida em que valem para nós; são meios para fins humanos. Você, protetor(a), sabe como é difícil fazer com que as pessoas respeitem os animais.

Nós, animais humanos, possuimos o interesse fundamental de sermos livres, e por isso dizemos que temos um direito moral à liberdade. E exatamente o mesmo raciocínio vale, ou deveria valer, para os animais não-humanos. Todos os animais, humanos ou não-humanos, independente da espécie, querem ser livres.

Você, como protetora ou protetor, sabe muito bem o que é defender um animal, como um gato, cão ou mesmo um animal silvestre. Já presenciou de perto o sofrimento de um animal e muitas vezes já até deixou suas atividades diárias em prol desses animais. O problema é que nossa cultura antropocêntrica nos faz esquecer de outros animais só por conta de suas espécies, principalmente vacas, bois, porcos, frangos, galinhas e peixes, ou seja, aqueles que são utilizados para nos servirem de alimento, seja através de carne, leite, ovos ou outros produtos. Pense bem, você seria contra matar um cão simplesmente porque alguém “sente prazer nisso” ou mesmo para servir de alimento, ainda que a morte fosse a menos dolorosa possível? Isso é inaceitável, certo?! Se você concorda, lembre-se que animais como vacas, porcos, peixes e abelhas são diferentes fisicamente, mas todos são capazes de sentir dor. Todos eles são capazes de sofrer, enfim, todos querem que sua vida seja preservada e que sua autonomia não seja roubada. Todos os animais querem viver e ser livres. A cultura vigente separa hierarquicamente os animais que devem ser defendidos daqueles que devem ser usados como um mero produto, mas não há justificativas plausíveis para essa divisão.

Toda vez que sentamos para fazer uma refeição fazemos escolhas. E sim, podemos escolher proteger, ou melhor, não causar dano e morte aos animais, independente da espécie. E de quebra, diminuir o impacto ambiental e melhorar nossa saúde. Segundo a FAO, a criação de animais para alimentação gera mais gases responsáveis pelo efeito estufa do que todos os automóveis juntos. Ínumeros estudos demonstram que muitas doenças graves, como câncer e problemas coronários, estão ligadas à alimentação baseada em produtos de origem animal.

Ninguém precisa comprar couro, “animais de estimação” ou ir a zoológicos. Todos podemos boicotar empresas que fazem testes em animais. E ninguém precisa se alimentar de produtos de origem animal, como carnes, laticínios, ovos e mel. A postura filosófica e política baseada nesses preceitos chama-se veganismo.

Veganismo é valorizar todas as formas de vida animal e buscar respeitá-las igualmente. 

A vegana e o vegano buscam a abolição da escravidão animal, através da não utilização de animais como objetos de consumo. Ser vegano(a) não é uma “missão impossível”. Você pode pegar conosco ou baixar na internet o guia Primeiros Passos para o Veganismo, que irá te ajudar no processo de transição. E lembre-se, só no Brasil 30 milhões de bois são mortos anualmente para alimentação, sem contar peixes, galinhas e outros. Com o veganismo você pode mudar a vida de muitos desses animais. Veganismo é uma atitude simples, que não irá impactar no seu ritmo diário e que promove uma mudança profunda e positiva para os animais. 

A boa notícia é que, além de respeitar os animais, contribuir com o planeta e melhorar sua saúde, você desfrutará de muito sabor na alimentação vegana! Veganos(as) não comem carne, ovos, leite e mel, entretanto se alimentam de inúmeros grãos como arroz, feijão, grão de bico, lentilha, trigo sarraceno, cevada, além das hortaliças, castanhas, legumes e das riquíssimas frutas que temos em abundância no Brasil. Alimentos que muitas vezes passam desapercebidos pelo paladar homogeneizado. Experimente criar e preparar diversas receitas veganas! Pizzas, massas, sanduíches, bolos, doces, do mais gourmet ao mais simples.

Nós fazemos parte do Gato Negro, um coletivo pelos direitos animais que defende a abolição da escravidão animal através de projetos educacionais e divulgação do veganismo.

Acesse mais informações sobre veganismo e direitos animais e tire suas dúvidas.
Tel. (31) 9322-6831 (das 9h às 18h)

Esse texto é um panfleto do Gato Negro, baixe a versão versão em PDF ou imagem.

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Cadastro Associação de Amigos(as) dos Gatos do Parque Municipal Renné Giannetti

Os gatos do Parque Municipal estão correndo sério risco de serem deportados do parque, o que pode ocasionar-lhes a morte. A administração do lugar, após a remoção intensiva e exagerada de árvores, volta-se em seu furor burocrata contra os gatos, revivendo o velho preconceito do qual são vítimas os gatos, de tempos em tempos. Temos constatado as reincidentes chacinas que ocorreram em administrações anteriores, sem jamais ocorrerem investigações aprofundadas quanto aos responsáveis por esses crimes ambientais (Lei 9605/98) e violações aos direitos animais.

Nossa luta têm por objetivo a permanência dos gatos no Parque, da mesma forma que estão, ou seja, uma colônia estabilizada, controlada, esterilizada e alimentada com ração – que inclusive apresenta-se em declínio numérico.

A Associação de Amigas(os) dos Gatos do Parque Municipal Renné Giannetti tem por objetivo defender e ajudar os gatos, e articular ações emergenciais ao menor rumor de deportações, prisões e tentativas de levar os gatos a gatis improvisados, eufemismo utilizado para não dizer “campos de concentração de gatos”.

Veja fotos, vídeos e matérias da Manifestação em defesa dos gatos do Parque Municipal BH do dia 30/04/11.

Participe!

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Coletivo anarquista CrimethInc. (EUA) nesta quinta e sexta em BH

Nesta quinta e sexta-feira, 28 e 29/4, o coletivo norte-americano anarquista CrimethInc. estará em Belo Horizonte para um bate- papo.

Crimethinc., que se autodenomina um coletivo de ex-trabalhadores/as, surgiu nos EUA nos anos 1990 com o objetivo de divulgar ideias e táticas para construir um mundo mais livre e divertido. Seu primeiro livro Dias de Guerra, Noites de Amor (2000) foi um marco para os movimentos libertários de todo o mundo, e uma das obras mais interessantes produzidas por anarquistas nessa virada de século. A obra acaba de ser traduzida para o português pela editora Deriva. O coletivo de São Paulo, Você Tem Que Desistir, foi quem juntou esforços para trazê-los/as ao Brasil.

Ah sim, eles e elas praticam o veganismo!

28/04, quinta-feira
Na Casa Somática (R. Elza, 220 – Suzana)

18h – Lançamento e apresentação do livro Work
Após tanto progresso tecnológico, por que temos que trabalhar mais do que nunca? Como é que por mais trabalhemos, acabamos mais pobres perante nossos chefes? Quando a economia quebra, por que as pessoas se focam em proteger seus empregos, quando ninguém gosta de trabalhar neles? Pode o capitalismo sobreviver a mais um século de crises?

21h – Nossa memória em movimento: Que as realidades encontrem seus pensamentos!
Relato sobre 15 anos de divulgação anarquista. Que esse encontro seja canal para tecermos histórias coletivas sobre cada passo dado pelos movimentos nos últimos anos, considerando as bruscas mudanças no cenário global da economia, do mundo do trabalho e dos modos de luta contra o capitalismo, em seus aspectos macro e micropolíticos.

E mais : Banquinha de materiais, música livre, sarau aberto e pic-nic (leve cheiros e sabores, contribua com o banquete!).

29/04, sexta-feira
Na UFMG (Praça de Serviços)
Ás 13h

Textos, zines, livros, posteres e mais da CrimethInc.: www.crimethinc.com

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Contra a lei substitutiva ao PL 559/09

Acompanhamos muitas vezes próximos o trâmite do PL 559/09, que visava proibir a venda de animais de qualquer espécie no Mercado Central de Belo Horizonte. Apoiamos esse PL, mesmo com certo receio e cuidado, pois acreditávamos que essa lei proibitiva daria brecha para discussão abolicionista no meio político e na opinião pública. Isso foi em parte verdade, pois em alguns poucos momentos através do PL isso foi possível.

Comparecemos dia 7/10/2010 à primeira tentativa de votação do PL (ainda com caráter proibitivo), na qual não houve quorum suficiente. Todavia, em pouco tempo, menos de 12 vereadores e uma grande quantidade de outras pessoas ali presentes questionaram se era justo proibir a venda em apenas uma localidade, inferir sobre apenas um CNPJ. No dia 10/10/2010 recebemos uma proposta substitutiva ao PL 559/09, da mesma veradora Maria Lúcia Scarpelli. Devido à discussão, foi proposto o tal substitutivo, que abrange todos os estabelecimentos comerciais do Município de Belo Horizonte e não mais apenas o Mercado Central. Entretanto, este substituto não se trata de uma proibição e sim de uma regulamentação. Ao contrário do original PL 559/09 de três páginas, esse novo PL tem seis páginas. Isso é sintomático, uma vez que leis proibitivas são muito mais claras e sintéticas do que leis de regulamentação.

Primeiro, como já dito, este projeto visa regulamentar e não proibir a venda de animais em Belo Horizonte. Isso é péssimo, porque significa que tanto o Mercado Central como outros estabelecimentos do município poderão continuar vendendo animais bastando se adequarem às exigências desta lei. Segundo porque, tendo apoio dos defensores dos animais, a aprovação dessa lei consagrará a venda de animais como uma atividade “ética”, uma vez que a maioria das ONGs estarão respaldando-a. Lutar e apoiar este PL é, portanto, dizer diretamente que é possível o comércio ético de animais desde que se tome “alguns cuidados”. Terceiro, apoiar este substitutivo é, além disso, dizer que gatos e cães merecem tratamento diferenciado de outros animais, como galinhas, peixes e demais, já que tal lei também cria uma discriminação entre espécies (veja: Capítulo III: da comercialização, doação e adoção de cães e gatos). Quarto, ao apoiar este tipo de lei, os defensores acreditam lutar pelos “Direitos Animais” fazem uso inadequado do termo, distorcendo o sentido de abolição da escravidão animal para o de “exploração humanitária”.

Prova de que a mensagem de direitos animais não chegou nem mesmo aos vereadores, foi uma conversa que tivemos com um deles. Não é preciso revelar o nome, já que, infelizmente, não se trata de uma situação rara. O mesmo se declarou defensor dos direitos animais, entretanto, quando questionado sobre o que era direitos animais, disse: “é dar os mesmos direitos dos seres humanos aos animais”. Então, ao ser indagado se era vegano, responde: “não sou, eu como carne”. Por outro lado, a situação foi interessante, pois tivemos a oportunidade de explicar o que é direitos animais, que, ao contrário do que ele pensava, não é dar direitos iguais ipsis litteris aos animais e sim respeitar o principal direito que é o de não ser propriedade. Claro que não alcançaremos isso da noite para o dia, mas também não é através de regulamentação que vamos avançar. É preciso discutir o veganismo e ampliar a conversa.

Este projeto em anexo não representa um avanço, mas um retrocesso na discussão sobre direitos animais. É com tristeza que percebemos que o movimento, que envolve inclusive amigos, pode apoiar uma lei claramente bem-estarista que apenas regulamenta como e quando um animal pode ser vendido e explorado comercialmente. As pessoas que apóiam tal lei, apesar de dotadas de muitas boas intenções de estarem dedicando a vida a uma causa, não perceberam a essência dos Direitos Animais, que visa a abolição da escravidão animal e não a manutenção da mesma. As(os) ativistas que defendem tal proposição podem estar de certa forma acreditando que, devido à quantidade de restrições propostas em tal PL, seria possível indiretamente proibir a venda de animais no Mercado Central. Porém, já publicamos e divulgamos inúmeras vezes textos e números demonstrando que as leis de bem-estar animal são incapazes de fornecer qualquer proteção aos animais. É óbvio que o Mercado Central assim como outros lugares se adequarão de alguma forma às exigências do PL e passarão a vender animais de uma forma aceita socialmente e com o aval dos defensores dos animais.

É mais que urgente que nosso foco mova-se em direção da abolição da escravidão animal, contra o uso (e qualquer uso) de animais. É hora de divulgar o veganismo como um meio de mudança, o mundo é vegano se você quiser! Isso é uma coisa que podemos fazer, sem depender da burocracia estatal, algo que podemos fazer agora mesmo.

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Registros do Dia Mundial Vegano 2010

Para quem não foi ao Dia Mundial Vegano 2010, segue algumas fotos, uma reportagem e a gravação da palestra Bem-estar Animal vc Direitos Animais, que foi transmitida ao vivo pela internet e divulgada no nosso twitter.

As fotos também foram postadas no flickr e no facebook do Gato Negro.

Created with flickr slideshow from softsea.

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Dia vegano em 6 cartazes

Desde de 2005, todos os cartazes de eventos realizados.

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Escola Autônoma de Feriado, dias 2 e 3 de abril em BH

Nesta sexta e sábado, dias 2 e 3 de abril, acontecerá a Escola Autônoma de Feriado, evento com oficinas, bate-papos, música, feira de troca, comida vegana e mais! Tudo isso nos princípios do faça-você-mesma/o.

A entrada é franca. Na sexta haverá almoço vegano a vontade por R$ 10.

Dois locais diferentes: Dia 2/4 o evento será na Casa Somática, R. Elza – 220, bairro Suzana. Dia 3/4 é na Horta Zumbi, sobre o túnel da Av. Cristiano Machado, bairro Colégio Batista.

Confira a programação completa aqui.

Participe!

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Ativista processada no Rio de Janeiro!

A Ativista pelos direitos animais (humanos e não-humanos), Bianca Kölling Turano, militante do movimento pela Libertação Animal, está sendo processada judicialmente por alguns de seus atos em prol dos animais.

Bianca foi testemunha de uma situação de isolamento contínuo, imposta a uma cadela da raça boxer chamada Shakira. Este animal vive em uma varanda de 12m², tendo pouco contato com os humanos, estando sozinha a maior parte de seus dias e noites e, assim, demonstrando visíveis sinais de depressão e tristeza (existem fotografias e filmagens que confirmam esta afirmação).

Uma vizinha da Ativista, que também presenciava toda a situação pela qual passava a cachorrinha, chegou a entrar com uma ação judicial em face dos proprietários de Shakira e conseguiu a posse provisória do animal, através de liminar posteriormente caçada, quando Shakira teve que voltar para os antigos donos.

Por importar-se com o destino e o bem-estar de Shakira, Bianca escreveu uma carta relatando sua preocupação ao proprietário da cadela boxer, divulgou a situação para outros ativistas em prol dos direitos dos animais e participou de uma manifestação aberta pela libertação e pela felicidade da boxer Shakira.

As ações foram parar nos jornais, televisão, Ministério Público e, então, na Justiça.

Bianca Turano está respondendo a dois processos judiciais, a saber:

•Processo No 0059950-20.2

2009.001.059854-2

AC a ser realizada em 29/01/2010, às 12:10h.

•Processo No 0166727-29.2009.8.19.0001

2009.001.167376-6

AC a ser realizada em 03/02/2010, às 10:00h.

E a SVB, Sociedade Vegetariana Brasileira; organização da qual Bianca é coordenadora na cidade do Rio de Janeiro; também está sendo processada:

•Processo No 0020913-41.2009.8.19.0209

2009.209.021288-0

Pensamos que cada um de vocês já acompanhou casos de Ativistas pelos Direitos Animais sendo processados lá fora e a grande mobilização de grupos ativistas quando isso acontece. Achamos bonito ver suas ações, divulgamos, nutrimos admiração. Agora a coisa está acontecendo aqui, em nosso país, no Brasil! Uma Ativista está sendo processada! E ela precisa desse suporte. Nós precisamos desse suporte. Porque, amanhã, poderá ser qualquer um de nós. E nós não queremos ficar sozinhos, não é? E os animais também não.

Então, pedimos a ajuda de todos vocês! É importante que os ativistas do Brasil estejam cientes do caso, divulguem a situação para seus contatos e através de seus meios e que nos unamos para dar suporte para Bianca, que tem realizado um incansável trabalho, há anos, por acreditar na abolição da escravidão animal.

Caso alguém tenha idéias de como ajudá-la, favor entrar em contato (svb.gruporio@gmail.com), pois os Ativistas não devem jamais se sentir desprotegidos e desamparados quando da realização de suas ações.

Que este caso possa trazer uma boa decisão para todos aqueles que arriscam a comodidade de suas vidas em prol de algo maior.

Contamos com o suporte de todos os veganos e Ativistas do Brasil.

Assine a petição e ajude a Bianca!

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Oficina de Molhos em SP