Ética

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Qual é a espécie contraditória?

Mude a realidade de todos os animais, pratique a não violência e a liberdade. Seja vegana(o).

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Propagandhi critica o bem-estar animal

A banda de punk rock / hardcore Propagandhi já é conhecida entre os(as) veganos(as) que gostam de música. Há muitos anos, elesvêm divulgando o veganismo em suas letras além abordarem outras questões políticas importantes como racismo, homofobia, política intervencionista, entre outros assuntos.

No último disco lançado, Supporting Caste, eles abordam a questão do chamado abate “humanitário”, assunto que já comentamos aqui no site diversas vezes. A letra é irônica e conta a história de como poderia ser consumida a carne de seres humanos de forma bem-estarista, através de um abate humanitário.

Há uns anos atrás, havia no site do Propagandhi um link para o site da PETA. Na época, um integrante do Gato Negro trocou alguns e-mails com a banda, debatendo sobre bem-estar animal, direitos animais e o porquê deles divulgarem a PETA. Coincidentemente ou não, hoje não existe mais esse link!

Ouça a música e leia a letra (em inglês):

Human(e) Meat (The Flensing of Sandor Katz)
“I swear I did my best to ensure that
His final moments were swift and free from fear
But consideration should be made for the fact
That Sandor Katz was my first kill
So I trust the reader will

Understand that while his screams may well have seemed
Like conscious objections they were in reality
Simply a request to honour his strength and speed
With gratitude and tenderness I singed
Every single hair from his body
Gently placed his decapitated head in a stock pot
Boiled off his flesh and made a spread-able head cheese

Because I believe that one can only relate with
Another living creature by completely destroying it
I’m sure Sandor’s friends and family will appreciate this

A rationale so moronic it defies belief
Post-vegetarian I must submit to you respectfully
Be careful what kind of world you wish for
Someday it may come knocking on your door

“Let me in! LET ME THE FUCK IN!
I just wanna ‘fully relate.’

I swear I’ll do my best to ensure that
Your final moments are swift and free from fear!”

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Contra a lei substitutiva ao PL 559/09

Acompanhamos muitas vezes próximos o trâmite do PL 559/09, que visava proibir a venda de animais de qualquer espécie no Mercado Central de Belo Horizonte. Apoiamos esse PL, mesmo com certo receio e cuidado, pois acreditávamos que essa lei proibitiva daria brecha para discussão abolicionista no meio político e na opinião pública. Isso foi em parte verdade, pois em alguns poucos momentos através do PL isso foi possível.

Comparecemos dia 7/10/2010 à primeira tentativa de votação do PL (ainda com caráter proibitivo), na qual não houve quorum suficiente. Todavia, em pouco tempo, menos de 12 vereadores e uma grande quantidade de outras pessoas ali presentes questionaram se era justo proibir a venda em apenas uma localidade, inferir sobre apenas um CNPJ. No dia 10/10/2010 recebemos uma proposta substitutiva ao PL 559/09, da mesma veradora Maria Lúcia Scarpelli. Devido à discussão, foi proposto o tal substitutivo, que abrange todos os estabelecimentos comerciais do Município de Belo Horizonte e não mais apenas o Mercado Central. Entretanto, este substituto não se trata de uma proibição e sim de uma regulamentação. Ao contrário do original PL 559/09 de três páginas, esse novo PL tem seis páginas. Isso é sintomático, uma vez que leis proibitivas são muito mais claras e sintéticas do que leis de regulamentação.

Primeiro, como já dito, este projeto visa regulamentar e não proibir a venda de animais em Belo Horizonte. Isso é péssimo, porque significa que tanto o Mercado Central como outros estabelecimentos do município poderão continuar vendendo animais bastando se adequarem às exigências desta lei. Segundo porque, tendo apoio dos defensores dos animais, a aprovação dessa lei consagrará a venda de animais como uma atividade “ética”, uma vez que a maioria das ONGs estarão respaldando-a. Lutar e apoiar este PL é, portanto, dizer diretamente que é possível o comércio ético de animais desde que se tome “alguns cuidados”. Terceiro, apoiar este substitutivo é, além disso, dizer que gatos e cães merecem tratamento diferenciado de outros animais, como galinhas, peixes e demais, já que tal lei também cria uma discriminação entre espécies (veja: Capítulo III: da comercialização, doação e adoção de cães e gatos). Quarto, ao apoiar este tipo de lei, os defensores acreditam lutar pelos “Direitos Animais” fazem uso inadequado do termo, distorcendo o sentido de abolição da escravidão animal para o de “exploração humanitária”.

Prova de que a mensagem de direitos animais não chegou nem mesmo aos vereadores, foi uma conversa que tivemos com um deles. Não é preciso revelar o nome, já que, infelizmente, não se trata de uma situação rara. O mesmo se declarou defensor dos direitos animais, entretanto, quando questionado sobre o que era direitos animais, disse: “é dar os mesmos direitos dos seres humanos aos animais”. Então, ao ser indagado se era vegano, responde: “não sou, eu como carne”. Por outro lado, a situação foi interessante, pois tivemos a oportunidade de explicar o que é direitos animais, que, ao contrário do que ele pensava, não é dar direitos iguais ipsis litteris aos animais e sim respeitar o principal direito que é o de não ser propriedade. Claro que não alcançaremos isso da noite para o dia, mas também não é através de regulamentação que vamos avançar. É preciso discutir o veganismo e ampliar a conversa.

Este projeto em anexo não representa um avanço, mas um retrocesso na discussão sobre direitos animais. É com tristeza que percebemos que o movimento, que envolve inclusive amigos, pode apoiar uma lei claramente bem-estarista que apenas regulamenta como e quando um animal pode ser vendido e explorado comercialmente. As pessoas que apóiam tal lei, apesar de dotadas de muitas boas intenções de estarem dedicando a vida a uma causa, não perceberam a essência dos Direitos Animais, que visa a abolição da escravidão animal e não a manutenção da mesma. As(os) ativistas que defendem tal proposição podem estar de certa forma acreditando que, devido à quantidade de restrições propostas em tal PL, seria possível indiretamente proibir a venda de animais no Mercado Central. Porém, já publicamos e divulgamos inúmeras vezes textos e números demonstrando que as leis de bem-estar animal são incapazes de fornecer qualquer proteção aos animais. É óbvio que o Mercado Central assim como outros lugares se adequarão de alguma forma às exigências do PL e passarão a vender animais de uma forma aceita socialmente e com o aval dos defensores dos animais.

É mais que urgente que nosso foco mova-se em direção da abolição da escravidão animal, contra o uso (e qualquer uso) de animais. É hora de divulgar o veganismo como um meio de mudança, o mundo é vegano se você quiser! Isso é uma coisa que podemos fazer, sem depender da burocracia estatal, algo que podemos fazer agora mesmo.

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Registros do Dia Mundial Vegano 2010

Para quem não foi ao Dia Mundial Vegano 2010, segue algumas fotos, uma reportagem e a gravação da palestra Bem-estar Animal vc Direitos Animais, que foi transmitida ao vivo pela internet e divulgada no nosso twitter.

As fotos também foram postadas no flickr e no facebook do Gato Negro.

Created with flickr slideshow from softsea.

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3º Vegnic em Petrópolis, RJ

3º Vegnic, picnic coletivo vegano, em Petrópolis, RJ

15 de agosto, 15:30h, no Parque Municipal de Petrópolis – Itaipava

Tema “Consciência e Ética Abolicionista”, com apoio e participação da SVB / Grupo Rio e Santuário das Fadas.
Leve alimentos veganos (sem carne, ovos, mel, leite e derivados) para compartilhar nesse piquenique com bate-papo descontraído!

Não sabe o que levar? Frutas são excelentes opções!

Contato: Veg Petrópolis vegpetropolis@gmail.com

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Na Espanha, Catalunha proíbe touradas

A província espanhola Catalunha aboliu as touradas na quarta-feira, dia 28 de julho de 2010. A região possui autonomia do restante da Espanha.

Esta medida iniciou-se através de uma petição assinada por mais de 180 mil pessoas, que consideravam a tourada uma prática antiquada e bárbara, encaminhada ao Parlamento catalão.

A lei tem validade a partir de janeiro de 2012.

A Catalunha é a primeira região da Espanha continental a abolir as touradas, porém esperamos que esta medida influencie e inspire as pessoas de todas as partes do mundo a lutarem pela liberdade dos animais.

Ainda que alguns afirmem que a lei é uma forma da Catalunha reforçar sua diferença do restante do país, esta é uma grande conquista para os animais e uma forma de levar à reflexão.

Continuemos nossa caminhada educando a população para a liberdade de todos os animais, humanos e não-humanos, e para a não-violência, seja no esporte, na cultura, no entretenimento, na ciência e na alimentação.

Fonte: BBC Brasil.

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O olhar dos animais escravizados

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Enquanto a maior parte do ativismo feito pelos grupos animalistas preferem cenas sangrentas ou de abuso. Particularmente o Gato Negro prefere evitar um pouco tais imagens e pegar coisas mais corriqueiras, como um animal preso, a morte considerada “humanitária” e até mesmo animais soltos. O fotógrafo Oscar Ciutat de Barcelona nos presenteia com fotos apenas dos olhos de animais mantidos em cativeiro em um zoológico. Os olhos transparecem tristeza e desesperança, acho que são ótimas fotos para falar de ativismo, direitos animais e veganismo. Confira:
986543211110

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Faça perguntas sobre veganismo e direitos animais

Acesse  e veja as perguntas feitas e faça a sua também. Ou use o formulário abaixo e lembre-se de acessar depois a resposta no mesmo endereço.

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Restaurantes veganos na Globo

Não somos apenas um nicho de mercado, mas a matéria é interessante.

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Dia vegano 2009

diavegano2009

Dia Vegano 2009

Viva e deixe viver.

14 de novembro, sábado
8:30h às 17h
Na Faculdade Arnaldo.
R. dos Timbiras, 560. BH . MG

Entrada franca

palestras . oficinas . debates . vídeos . lanches veganos . demonstrações culinárias . feira grátis

Realização: Coletivo Gato Negro

Programação
Ambiente 1 – entrada na Rua Ceará, 864 – ao lado da Capela do Colégio Arnaldo
08:30 – Aula aberta de Ioga com Rodrigo Rodarte
10:00 – Oficina de culinária viva com Guilherme Nogara
12:00 – Almoço
13:00 – Oficina de carteiras ecológicas com reutilização de caixas tetra pak – Anderson
14:00 – Oficina de culinária vegana com Elizabeth Moura
15:30 – Oficina de culinária com Luisa Quituts

Ambiente 2 – entrada na Rua Timbiras, 560
10:00 – Mostra do filme Uma Vida Interligada (A Life Connected)
11:00 – Lançamento do Livro “Escrítos Éticos & Picaréticos” de Dennis Zagha Bluwol (SP) com a presença do autor
13:00 – “Pesquisa sobre perfil de veganos no mundo” com David Turchick (SP)
14:00 – Debate sobre freeganismo e mostra do filme A História das Coisas (The Story of Stuff)
15:00 – Palestra “Alimentação Natural” com Ana Cimbleris
16:00 – Roda Vegana – bate-papo aberto, livre e descontraído com tod@s @s presentes

TODAS AS PESSOAS SÃO MUITO BEM-VINDAS, VEGANAS OU NÃO!
ESTE É UM EVENTO ABERTO PARA TODAS E TODOS =)
SINTA-SE CONVIDADA/O E LEVE AMIG@S!

Mais informações: contato@gato-negro.org
31 9971.6498 / 9778.1368

Participe! Liberte!

*ajude a divulgar. Obrigada.

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