Posts Tagged “Testes em animais”

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Mais uma alternativa ética para ensino de técnicas clínicas. É o SimMan 3G, uma robô que simula um corpo humano com reações realisticas como choro, sangramento, convulsão e ataques cardiácos. O robô foi desenvolvido por uma instituição da Noruega chamada Laerdal Medical of Norway. Segundo o blog Ubergizmo o SimMan 3G é capaz de responder a estímulos químicos, biológicos, radiológicos e nucleares. Taí uma forma ética de praticar ciência, sem usar nem animais humanos e nem animais não-humanos. Pelo fim dos testes em animais, pela ética!

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Seguindo os passos de Róber Bachinski, aluno da UFRGS, primeiro aluno a conseguir exercer através da justiça o direitos de objeção de consciência. A aluna de biologia Juliana Itabaiana da UFRJ conseguiu uma liminar na justiça que a dispensa de praticar testes em animais durante seu curso. A liminar foi concedida pelo Juiz Adriano Saldanha Gomes de Oliveira, através de um processo acompanhado pelo Advogado Daniel Lourenço. Veja a cópia da decisão judicial abaixo.

CÓPIA DA DECISÃO JUDICIAL
Data da publicação: 06/05/2009
Jornal: Diário Oficial do Rio de Janeiro
Caderno: Diário Oficial do Rio de Janeiro – Poder Judiciário – Seção I Federal
Página: 00021
Local: Justiça Federal. Varas Federais da Capital. VARAS CÍVEIS
11ª VARA FEDERAL. 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro
Publicação: Boletim n.º 2009 000281. Expediente do dia 04/05/2009. FICAM INTIMADAS AS PARTES E SEUS ADVOGADOS DAS SENTENCAS/DECISOES/DESPACHOS NOS AUTOS ABAIXO RELACIONADOS PROFERIDOS PELO MM. JUIZ FEDERAL ADRIANO SALDANHA GOMES DE OLIVEIRA. Processo n.º 2009.51.01.009236-6. JULIANA ITABAIANA DE OLIVEIRA XAVIER (Adv. DANIEL BRAGA LOURENCO) x UFRJ-UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. DECISAO JULIANA ITABAIANA DE OLIVEIRA XAVIER propõe ação sob o rito ordinário em face de UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO – UFRJ em que requer a concessão de tutela antecipada que determine a ré que efetive sua inscrição na disciplina “ZOO III” e nas disciplinas supervenientes a que vier ascender pelas aprovações no curso, sendo-lhe assegurada a dispensa das aulas praticas que façam uso de animais, inclusive nas atividades de pesquisa de campo que envolvam lesão ou sacrifício de animais, adotando-se, em substituição, método alternativo de avaliação da demandante para fins de aprovação. Procuração e documentos as fls. 33/258. E o relatório. Decido. A pratica de vivisseção com finalidade anatômica e reprovável, embora essa afirmação não conduza necessariamente à existência de crime ambiental. De todo modo, o que parece fora de duvida e que o inciso VIII do art. 5º da CRFB assegura a liberdade de convicção filosófica, não sendo possível, por forca desta disposição, que a ré obrigue a Autora a participar de tais praticas em oposição a sua convicção filosófica, se ela opta por realizar o respectivo aprendizado anatômico por método alternativo. Isto posto, ressalvada a obrigação de a Autora realizar aulas ou avaliações praticas de vivisseção somente quando estas tiverem finalidade preponderantemente curativa, defiro a liminar nos termos requeridos na alínea “a” do parágrafo 97 (fl. 28). Intime-se a ré para cumprimento. Cite-se.

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Nesta quinta-feira acontecerá em Belo Horizonte um debate com um membro do Gato Negro, um do A.L.A (Aliança Libertária Animal) e a Profª Drª Christina Malm. Será uma boa oportunidade para discutir opiniões bem diferentes. A Profª Drª Christina Malm faz parte do comitê de ética que regulamenta o uso de animais, enquanto os membros do Gato Negro e A.L.A. são contra o uso em si e acreditam na abolição e não na regulamentação.

O debate é organizado pelo PET filosofia, grupo de bolsistas da UFMG.

Libertação Animal: diferentes perspectivas quanto ao tratamento ético de animais e seus fundamentos filosóficos
Koji Pereira, membro do Gato Negro
Paulo Renato, membro do A.L.A (Aliança Libertária Animal)
Profª Drª Christina Malm, membro do Comitê de Ética e professora na Escola de Medicina Veterinária da UFMG
No auditório do Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dummont, 174, Centro)
Dia 15/04/2009 (quinta-feira) às 18h30

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Noticiado pela ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Segundo informações de estudantes da PUC Minas, a Universidade está se negando a receber cartas de objeção de consciência de alunos do curso de Ciências Biológicas que se recusam a aprender utilizando animais como objetos didáticos. A objeção de consciência está prevista na Constituição Federal brasileira, garantindo o direito a qualquer pessoa de se negar a fazer algo que não está de acordo com a sua ética e consciência.

“Os animais são seres sencientes com interesses próprios, incluindo os de não serem usados como objetos e propriedade por nós humanos. Atualmente, temos diversas ferramentas e recursos para aprender sobre Ciências Biológicas, Zoologia, Medicina Veterinária, Psicologia, Medicina Humana sem submeter animais à morte e à dor. O que ainda permanece na academia é o conservadorismo, a falta de diálogo com os alunos, a hierarquia, o autoritarismo”, desabafou Fabiane Niemeyer, estudante de Ciências biológicas da PUC Minas e participante do coletivo Gato Negro.

“Em termos legais, a atividade vivisseccionista esteve durante muito tempo respaldada unicamente na Lei federal nº 6.638/79. Com o advento da Lei dos Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98), na qual o legislador inseriu um dispositivo específico sobre crueldade para com animais, passando tal prática a ser considerada delituosa caso não adotados os métodos substitutivos existentes. Considerando a existência, na atualidade, de uma vasta gama de recursos hábeis a livrar os animais de seus padecimentos na mesa do vivissector, faz-se necessária uma mudança de paradigma na mentalidade dos mestres e dos pesquisadores, uma pequena revolução interior que lhes permita conciliar a ética à atividade didático-científica. Daí a legitimidade dos estudantes de biomédicas em buscar meios mais compassivos de pesquisa, os quais já existem e poderiam ser colocados em prática nas escolas”, explica Laerte Levai, promotor do Ministério Público do Estado de São Paulo e colunista da ANDA.

O Ministério Público do Estado de Minas Gerais acatou a denúncia feita por um ativista pelos direitos animais contra a PUC Minas e já marcou uma audiência para a próxima quinta-feira (2/04), às 16h, para averiguar a negativa da PUC quanto às cartas de objeção de consciência.

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O programa Caleidoscópio do dia 5 de dezembro 2008, exibirá às 17:00 um debate sobre a Lei Arouca e vivissecção. Integrantes do Gato Negro estarão presentes discutindo e defendendo a abolição do uso de animais para experimentos e ensino científico, além de apresentar métodos substitutivos.

O programa é apresentado na TV Horizontes (Belo Horizonte), 19 (UHF), 22 (NET) e 24 (WAY TV), não perca!

A organização do programa alterou a data da gravação sem nos avisar. Resultado o Gato Negro não participou do debate que aconteceu dia 3 de Dezembro de 2008 às 17:00. Enviem emails para caleidoscopio@tvhorizonte.com.br pedindo a gravação de um novo programa, onde o outro lado também seja ouvido.

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Participe da enquete realizada no site da Revista Galileu:
http://revistagalileu.globo.com

A ciência deve continuar usando cobaias?
Vote não! =)

Animais não são produtos. Pela abolição da escravidão animal.

* Saiba mais sobre os motivos para não usarmos os animais seja para testes, seja para qualquer outra atividade, acesse:
Textos publicados no Gato Negro
Site Direitos Animais.org

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