2 xícaras de chá de água
3 colheres de sopa de extrato de soja
3 colheres de sobremesa de amido de milho
1/2 xícara de açúcar mascavo
1 caixinha de creme de soja
3 mangas maduras
1 colher de sopa de essência de baunilha
200 gramas de biscoito champanhe ou maizena veganos
1 xícara de açúcar cristal
Modo de preparo
Pique as mangas em fatias finas. Ferva as fatias de uma delas junto com o açúcar cristal e um pouquinho de água, até formar uma calda rala. Reserve.
Dissolva o extrato de soja e o amido de milho na água. Em seguida, misture o açúcar mascavo e bata bem com uma colher. Leve ao fogo baixo até engrossar, mexendo sempre. Depois de engrossar, retire do fogo e adicione a baunilha e o creme de soja, misturando bem. Em um refratário, vá intercalando camadas de biscoitos molhados na calda de manga, as outras duas mangas picadas e o creme preparado. Sirva gelado e bom apetite!!!
*Receita desenvolvida por Beth Moura, vegana e culinarista. Ex-culinarista do Espaço Impróprio, atualmente prepara sobremesas veganas sob encomenda em BH. Esta receita foi ensina na Oficina de Culinária Vegana do Gato Negro, em junho de 2009. Para encomendar doces com a Beth, ligue para (31) 3297-9279 e 9162-4213.
Bolo
1 e 1/4 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
1/3 xícara de cacau em pó sem açúcar
1 colher chá de bicarbonato de sódio
1/2 colher de chá de sal
1 xícara de água quente
1 colher chá de essência de baunilha
1/3 xícara de óleo vegetal não transgênico
1 colher de chá de vinagre de maçã ou vinagre branco
Gotas de chocolate veganas ou lascas pequenas de chocolate meio amargo sem leite (opcional)
Calda de Chocolate
1/2 xícara de açúcar
4 colheres de sopa de margarina vegetal vegana (sem leite) ou óleo vegetal não transgênico
2 colheres de sopa de leite de soja não transgênico
2 colheres de sopa de cacau em pó sem açúcar
2 colheres de chá de essência de baunilha
Modo de preparo
Bolo
Pré-aqueça o forno em fogo baixo (180° C). Em um refratário quadrado, misture bem a farinha, o açúcar, o cacau, o bicarbonato de sódio e o sal com um garfo, certificando-se que realmente estão misturados. Adicione a água, a baunilha, o óleo e o vinagre. Coloque as gotas ou lascas de chocolate, misture novamente até que esteja uma massa homogênea. Use uma espátula para raspar as laterais, se necessário. Transfira a massa para um tabuleiro untado.
Coloque no forno em fogo baixo e asse por cerca de 30 minutos, ou até que um palito quando espetado no meio da massa saia limpo. Depois de assado, deixar em cima do fogão até o bolo esfriar. Desenforme.
Calda
Em uma panela, ferva o açúcar, a margarina, o leite e o cacau. Mexa todo o tempo. Depois de ferver, abaixe o fogo e continue cozinhando por 2 minutos, ainda mexendo. Retire do fogo e misture por mais 5 minutos. Adicione a baunilha, mexa e imediatamente despeje na bolo. Esta calda seca muito rápido. Espalhe-a e se quiser adicionar granulados, confeitos ou doces decorativos esta é a hora. Deixe esfriar completamente e…
Delicie-se com este bolo vegano e amigo dos animais!
Quer tornar o bolo mais saudável?
Possibilidades de substituição:
- 1/2 xícara de creme de maça mais grossinho (bata maças no liquidificador e não coe) ao invés do óleo na massa;
- Farinha de trigo integral no lugar da refinada;
- Açúcar mascavo;
- Alfarroba em pó ao invés de cacau. Neste caso, utilize um pouco menos pois a alfarroba tem sabor mais concentrado;
No dia 19/07, domingo, toca em Belo Horizonte a banda de hardcore Nieu Dieu Nieu Maitre. A banda do Paraná possui integrantes veganos(as) e que também organizam a ocupação 13 de Janeiro, em Curitiba, onde ocorrem eventos libertários como mostra de filmes, exposições, lançamento de livros e oficinas de comida vegana.
O Gato Negro estará presente com uma banquinha oferecendo materiais veganos e ecológicos como panfletos, livros, camisetas, sabonetes, absorventes ecológicos, patchs, buttons, entre outros.
Show domingo, dia 19/07
A partir das 14h
No Matriz (Guajajaras, 1353, subsolo do Ed. JK)
Ingressos: R$8 antecipados no Matriz ou R$10 na hora.
Pois bem, antes de mais nada que fique claro que somos contra o racismo e contra a xenofobia. Comentários com esse tom serão apagados.
O que gostaríamos de chamar a atenção é que provavelmente as imagens abaixo revoltem até mesmo os que consomem carne, ovos e leite. Porém, qual a diferença entre o que fazemos com os animais para nosso consumo? Matamos, usamos, exploramos, ignoramos suas necessidades naturais, tudo isso para obter algum prazer na alimentação (e esquecemos que a alimentação vegana também é prazeirosa!). Transformamos animais em objetos ao nosso bel prazer, e fazemos deles o que queremos através do poder que possuímos sobre eles.
Outro ponto: nunca a resposta para uma doença deve ser tirar a vida dos indivíduos doentes. Não achamos justo que se mate humanos que pegaram a gripe suína, então como poderíamos achar justo que se faça isso com porcos? Seja humano ou não, todos nós animais, temos interesses em viver, em não sofrer violência, não podemos ignorar os interesses por conta de diferenças, sejam de raça/etnia, gênero, orientação sexual ou espécie.
Além disso, lembre-se que a própria gripe suína é resultado do ambiente degradante que foi desenvolvido justamente para criação de animais para alimentação. E lembre-se que alimentar-se de produtos de origem animal não é necessário em nenhum aspecto, e mais que isso: é perigoso para sua saúde e para o planeta. Pegue nosso guia em PDF e entenda mais sobre isso. É hora de mudar isso! Conheça o veganismo!
Um membro da RSPCA retira uma ovelha de um abatedouro "cruel". Em seguida leva o animal para um abatedouro "cuidadoso".
Você já deve ter ouvido falar em bem-estar animal e talvez até sobre direitos animais. Mas, afinal de contas, sabe realmente qual a diferença entre esses dois movimentos? Bom, primeiro é claro, todos dois tratam da questão animal, por isso ambos carregam a palavra animal (ou animais) no nome.
Então vamos parar e pensar. Quando foi a última vez que você ouviu falar de bem-estar animal? Eu vou dizer da minha experiência recente. As últimas vezes que ouvi falar de bem-estar animal foi em uma campanha da McDonalds, é isso mesmo! Mas você deve estar se perguntando: qual o interesse da McDonalds no bem-estar dos animais? Para entender melhor vou dar uma rápida geral sobre o que é bem-estar animal para a McDonalds. A empresa depois de ter sofrido anos e anos de campanha contra sua imagem, resolveu adotar políticas que “melhorassem” as condições dos animais de abate. Para isso contratou a projetista Temple Grandin, premiadíssima e especialista em “abate humanitário”. Isso significa, trocando em miúdos, que a McDonalds numa só tacada conseguiu amenizar os ânimos da opinião pública, além de se tornar “mocinha” no seu ramo de fast food. E não parou por aí, a PETA (Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais – People for The Ethical Treatment of Animals), uma organização norte-americada que se auto-proclama uma organização de “direitos animais” era uma das que combatia a McDonalds, com caríssimas campanhas na TV e ações nas ruas. O fato é que após a McDonalds adotar as medidas de bem-estar animal a PETA cantou vitória e retirou toda sua campanha contra a McDonalds. Passaram-se alguns anos e a mesma PETA premiou a projetista de abatedouro Temple Grandin como uma pessoa “visionária”. Segundo o bem-estar animal, os animais podem e devem ser usados, contanto que se tome alguns cuidados. E isso para o mercado hoje não é apenas uma opção, mas uma obrigação para empresas que querem manter-se competitivas e que não querem ter sua reputação arranhada. A lógica é simples, o bem-estar animal vem para corroborar com a exploração animal e para que esta seja cada vez mais intensa e aceita pela opinião pública. O resultado é que a McDonalds aumentou suas vendas e seus consumidores agora se sentem com a “consciência limpa”, já que os animais foram “bem tratados” em todo o processo.
Bem, e os direitos animais? Afinal de contas, se a PETA é uma organização de direitos animais, porque apóia a McDonalds e Temple Grandin? Direitos animais é a mesma coisa que bem-estar animal? Não, claro que não. Não há como negar que há uma grande confusão com ambos os termos e que muitas pessoas realmente tentam ofuscar as diferenças. Mas, é fácil perceber que a diferença é fundamental e que empresas, estudiosos e algumas organizações sabem muito bem quais são as diferenças. Outro dia li num website de uma empresa de criação de cavalos e eles diziam que o bem-estar animal fortalece a produção, enquanto os direitos animais são obra de fanáticos. Para o movimento de direitos animais, ou movimento abolicionista não basta dar menos chicotadas nos escravos, é necessário libertá-los, devolvê-los a vida que lhes foi roubada. Isso significa acima de tudo não ser propriedade de terceiros, ou seja, estar longe da possibilidade de ser usado como objeto. Os animais hoje não só podem ser usados, como existem diversos incentivos para que eles sejam usados. Essa é uma das últimas fronteiras éticas, pois de forma geral ninguém mais pode ser comprado e vendido como um objeto do ponto de vista legal, a não ser os animais não-humanos. Sendo assim, não há outra conclusão: a PETA e outras organizações não são de fato de direitos animais e sim de bem-estar animal. Na realidade a vasta maioria dos grupos e pessoas que dizem defender os animais, estão optando pela via do bem-estar animal, mais antiga, estabelecida e mais bem divulgada que pela via de direitos animais. Ademais, quem diz defender os direitos animais tem que no mínimo tomar uma atitude que é muito simples, mas ao mesmo tempo primordial: parar de usar os animais como objetos. Simplesmente porque lutar pelo fim dos animais como objetos é a base deste movimento. E isto significa adotar o veganismo na sua vida. Não consumir produtos oriundos da escravidão animal, que dependem da morte e do uso de animais, como carne, leite, ovos, derivados, mel, lã, couro, entretenimento com animais e produtos testados em animais.
As pessoas me perguntam: mas isso é possível? Sim é possível. Como toda mudança de hábito, claro que envolve um certo esforço. Mas, felizmente hoje em dia, há informações suficientes para a adoção do veganismo por praticamente qualquer pessoa, independentemente dos hábitos, de variações na saúde e de condições financeiras. Desde a feira livre até o supermercado, de produtos naturais à industrializados, existe uma gama de produtos nutritivos (principalmente os naturais, é claro) e acessíveis que não só podem manter uma boa saúde, como podem melhorar a saúde de pessoas com hábitos onívoros. Isso sem contar com os inúmeras consequências benéficas ao meio ambiente. Só para se ter uma idéia, grande parte da amazônia está sendo destruída pela pecuária, que já é hoje considerada uma das vilãs no aquecimento global por órgãos da ONU.
Atualização: A Peta retomou em 2009 a campanha contra a McDonalds. Segundo a PETA a empresa não tomou as medidas de bem-estar animal da forma como prometera.
Kirtana é um garoto de 11 anos, nascido em Salvador – BA, ele é essa figurinha carismática na foto à direita. Filho de Luciana e Róbson, ambos veganos (também na foto). Róbson é também vocalista da banda vegana de hardcore, Lumpen. Kit, como é carinhosamente chamado pelos pais e amigos, é vegano desde que nasceu.
Conversamos com Luciana, Róbson e Kirtana para descobrir como é educar e ser vegano aos 11 anos. Na entrevista Kit demonstra que “não arreda o pé”, é vegano por convicção diz ele, “eu sou vegano porque eu não acho correto maltratar e nem comer os animais”.
Segundo os pais Luciana e Róbson, a grande dificuldade na hora de educar um filho vegano foi a falta de apoio dos médicos e da família. “Enfrentei minha família pois todos falavam que nos éramos malucos, que Kit seria uma menino doente. Outra dificuldade foram as primeiras consultas médicas quando ele ainda era bebê. Uma médica chegou a diminuir o peso dele, creio que pra ver se eu me assustava” relata Luciana. Kit tomou leite materno mas leite de animais não-humanos, nem uma gota. Segundo Luciana “como todo animal mamífero ele tomou leite só da própria mãe”. Durante a gestação Luciana era lactovegetariana, mas se tornou vegana ainda na lactação.
A alimentação de Kirtana é rica, composta por produtos naturais, fáceis de encontrar e a preços baixos. Além disso Kit recebe complementação de B12, como é indicado a veganos de todas as idades. Luciana explica: “defendemos o veganismo como opção para as pessoas pobres por isso nosso veganismo é o do aipim, batata, abóbora, agrião etc. As coisas que encontramos com preço acessível para toda a população.”
Uma situação difícil foi quando a professora de Ciências pediu que Kit, então com 8 anos, levasse um peixe vivo para ser usado em aula prática. Segundo Luciana “ele mesmo decidiu que iria faltar a aula e disse o porquê à professora: ele não concordava com experiências usando animais”. Luciana tentou averiguar se Kit se sentira pressionado pelo fato dos pais serem veganos, mas o menino foi ríspido, segundo sua mãe “ele disse que não estava perguntando minha opinião mas sim comunicando que não iria para a aula”. Vale lembrar que a vivissecção, ou seja, o uso de animais em aulas práticas para a Educação Básica, e Ensinos Fundamental e Médio é proibida no Brasil.
Kit é um ótimo aluno, nunca repetiu, adora matemática, participou da Olimpíada Nacional de Matemática e pratica Kung-Fu numa academia perto de casa. Muito brincalhão, esperto, questionador e comunicativo. Kit, ao ser questionado se em algum momento pensou em deixar o veganismo, dispara “não, porque gosto assim do jeito que sou e acredito que eu tou fazendo a coisa certa” (sic).
Kirtana fecha a conversa deixando uma mensagem para as crianças que pensam em se tornar veganas: “quero que todos saibam que ser vegano é bom para a saúde, além disso não maltratar os animas acho que é uma coisa correta, e deve ser feita por todos que acreditam na libertação animal.” Kit é uma lição de ética e simpatia, até mesmo para os mais adultos e prova viva da afirmação da ADA (American Dietetic Association) que dietas veganas bem planejadas “são adequadas a todos os estágios do ciclo vital, inclusive durante a gravidez e a lactação”.
Que venha um futuro de Kirtanas! Pelos direitos animais, pelo veganismo e pelo planeta!
Veganas e veganos contam agora com mais uma opção para alimentar-se à noite. Eba!
A lanchonete Piper Rubra ficará aberta as quintas e sextas-feiras até às 23:30h.
Além disso, estão realizando entrega em casa.
Piper Rubra
R. Fernandes Tourinho, 59 – Savassi
Tel.: 3227-4522
Segunda a quarta-feira das 11h às 20:30h
Quinta e sexta-feira das 11h às 23:30h
Sábado das 11h às 15h
Entrega em casa (nos mesmos horários acima, e sábado das 11 às 15h e das 18h às 23:30h)
piperrubra@gmail.com
Menu: Fast-food saudável com muitas opções veganas. Os alimentos não veganas podem ser todos adaptados, é só solicitar no momento do pedido. Oferece self-service de saladas e pratos frios no almoço. Lanches: Salgados Quituts; Pizzas Veganas na fatia, brotinho, pequena média e grande (A moda, Napolitana, Abobrinha e Brócolis); Hambúrgueres fritos ou assados de abóbora com curry, lentinha ou grão-de-bico (pedir sem queijo); Bolinhos de feijão; Bolinhos de inhame; Falafel; Sanduíches integrais; Saladas e Sucos naturais.
Número de animais mortos no mundo pela indústria da carne, leite e ovos, desde que você abriu esta página. Esse contador não inclui animais marinhos, porque esses números são imensuráveis. Pelo fim da escravidão! Seja Vegan@!
O Gato Negro é um grupo de direitos animais, que luta pelo fim dos animais como produtos e pela divulgação do veganismo. Site Gato Negro Loja Gato Negro