Arquivo da Categoria “Cyberativismo”

Esta semana criamos uma conta no twitter, que fica em twitter.com/gatonegrovegano. A rede de microblogging é muito boa para um ativismo rápido e constante, pois são mensagens curtas de até 160 caracteres que podem ser atualizadas a todo momento.

Pode parecer bobo, mas muitas pessoas não-veganas acabam assinando o canal, por curiosidade, é uma oportunidade que temos para divulgar o veganismo e direitos animais. Quem tem twitter pode nos seguir, quem não tem, pode criar uma conta ou se informar mais sobre o que o twitter em: twitter.com.

Obs: Lá no cantinho direito do blog tem os últimos posts no twitter, dêem uma olhada ;)

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A força da internet muitas vezes é subestimada, mas há grandes oportunidades de luta e contestação através dela. Os consumidores conseguem falar diretamente com as empresas através da internet. E isto está cada vez mais claro no caso dos circos com animais. Tente pesquisar no google por stankowich ou le cirque por exemplo. Vai perceber que grande parte do resultado da pesquisa são manifestações contra o uso de animais em circos.

Isso é extremamente ruim para um circo que quer conquistar mais visitantes. Outro exemplo é este post no nosso blog que recebeu diversos comentários de pessoas ligadas ao Le Cirque e até ameças. Não deixe de expressar sua opinião sobre o assunto.

O que os donos e funcionários dos circos ainda não entenderam é o Gato Negro e os abolicionistas são contra o uso de animais, independente do tratamento dado, estes são escravos e acima de tudo não deveriam estar prestando serviços ao circo. Estes animais simplesmente deveriam estar vivendo suas vidas, que é valiosa para eles e ponto final. Assim como é eticamente errado usar humanos, como nos freak shows do séc. XIX, é igualmente errado usar animais para espetáculos, simplesmente porque todos humanos ou não-humanos somos seres sencientes, com interesses, com valor intrínseco, necessitamos viver nossas vidas independente do valor que nos é dado por algum senhor ou tirano.

As empresas de entretenimento, nesse caso os circos, deveriam escutar os seus clientes, sem dúvidas ganhariam um público fiel parando de usar animais.

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Já estão no ar as fotos do Dia Mundial Vegano 2007. Todas estão hospedadas na rede social Flickr, onde é possível comentar e interagir com as fotos enviadas.

Não deixe também de conferir o perfil completo do Gato Negro e adicioná-lo como amigo, sempre postaremos imagens de eventos e ações lá.

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Estou presenciando na lista ABOLICIONISTAS o alvorecer de um movimento ainda mais radical (que busca a raiz do problema) no que diz respeito à “causa animal”.

Para ser bem simplista:

Gary Francione e Jeff Perz, ambos estadunidenses, são as duas figuras centrais dessa nova teoria. Lutam pela abolição da escravatura animal e acreditam no veganismo como ponto central da mudança. Veganismo no seu sentido amplo: aquela pessoa que não usa produtos testados, não come carne e derivados e protege os interesses individuais dos animais a todo custo (por exemplo adotando animais abandonados e cuidando de animais doentes). Acreditam que, por exemplo, vivisseccionistas não devem apenas parar de explorar animais em pesquisa, mas sim ABOLIR completamente as práticas especistas, por exemplo na alimentação. Consideram assim que somente os animais deixando de ser PRODUTOS e MERCADORIAS, poderão ser realmente libertos.

Os abolicionistas não poupam críticas. Está havendo uma cisão entre o antigo bem-estarismo (aquele que quer proteger os animais, mas só alguns e só de algumas coisas cruéis) e o novo bem-estarismo, onde a PETA tem sido alvo central das críticas (podemos incluir aqui tbm a WSPA por exemplo). A PETA além de ser acusada de eutanasiar matar animais saudáveis, tem sido criticada por parar o boicote à McDonalds e Burger King, chegando a apoiar e AGRACIAR COM PRÊMIOS a última na sua investida com sanduíche vegetariano (que não é vegano!!!). O mesmo pode se dizer de Peter Singer (conselheiro da PETA e da GAP), que tem declarado seu apoio à algumas práticas vivisseccionistas. Lembrem-se que Peter Singer é utilitarista e nunca assumiu que os animais tem direito intrísecos.

Faço nesse momento mais um apelo para que pesquisem sobre o assunto que deverá pôr mais seriedade no nosso “movimento”.

Eu sugiro os sites:
Abolitionist online
Ánima
Textos abolicionistas em português
Procure tbm no google: Gary Francione e Jeff Perz

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Atualização: Em 2006 a Natura declarou ter parado com os testes em animais.

Excelente!!!

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Durante o evento Dia Mundial Vegano recebemos o contato de alguns representantes da Tahitian Noni International. Sem entrar em detalhes, a Tahitian Noni é uma fabricante de sucos mundialmente conhecida e que funciona com representantes e pequenos revendedores em cidades. Logo que reconhecemos que a marca era mesmo a TNI demos a resposta de que não poderíamos fazer negócio. A Tahitian faz testes em animais.

Testes feitos pela Tahitian Noni

Encontramos no evento representantes abertos à discussão e atentos as informações que passamos, estes ficaram assustados, pois acreditavam que a empresa era mesmo eticamente correta. A PETA já havia alertado sobre os testes de toxicidade com ratos feitos pela TNI. Os testes incluem injeção de produtos tóxicos em ratos, indução de tumores em animais saudáveis para em seguida testar os efeitos do suco da TNI. No entanto, em Julho de 2006, aparentemente a PETA teria feito um acordo com a TNI para o fim “gradual” dos testes. Então temos dois problemas, o primeiro é entender o que será esse “gradual” e o segundo é porque a TNI haveria lançado em seu site um comunicado onde afirma que não possui “uma política pura contra testes” e que “será utilizado o menor número possível de animais nos testes”. Aparentemente foi feito um acordo de intenção bem-estarista onde se “melhora” a condição do escravo, mas se mantêm a escravidão. Ou seja, a TAHITIAN NONI INTERNATIONAL ainda testa em animais induzindo doenças e produtos químicos para testar seus produtos. Esses testes são injustificáveis, sejam eles praticados em aior ou menor quantidade!!!

Isso significa que se faz necessário uma campanha urgente e global, principalmente junto com seus distribuidores (seu maior patrimônio) contra os testes que ainda são realizados. Uma carta envida para a TNI do Brasil confirma a informação de que os testes continuam e ainda ostentam o fato de ster objetivos supostamente “científicos”. O Gato Negro chama a atenção de todos(as) para que estejam alertas para que uma campanha seja feita, a TNI fará um congresso internacional nos próximos meses no Rio de Janeiro, é o momento de demonstrar nossa indignação. Maurício da Sentiens enviou um email questionando se a TNI fazia mesmo tais testes, para passar a limpo. A resposta foi de que “Todos os produtos de cada linha foram testado e desenvolvidos diretamente em animais para avaliar sua eficiência e controle”, respostada dada pelo atendimento da TNI. O email da TNI é atendimento@br.tni.com e nos EUA Product_Inquiries@tni.com exigindo o fim dos testes e que a empresa se posicione contra qualquer cobrança de algum país que exija testes.

Segue carta na íntegra:

Sr. Mauricio, bom dia

Nossa linha de produtos (disponíveis no momento apenas fora do Brasil), incluem produtos para cavalos e cachorros.

Todos os produtos de cada linha foram testado e desenvolvidos diretamente em animais para avaliar sua eficiência e controle.

Não terceirizamos laboratórios de nenhum de nossos produtos ou linhas e nem fazemos parte de grupos empresariais para testes. Nosso laboratório, localizado na cidade de Provo, no estado de Utah ‘e único e exclusivo para pesquisas e desenvolvimento de nossos produtos.

Nossa empresa ‘e única. Não possuímos empresas terceirizadas que realizam testes/desenvolvimento de nossos produtos.

Grato,
Atendimento.

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Tire dois minutos do seu dia e ajude pelo computador a mudar a realidade de centenas de animais em Porto Alegre.

Assine a petição que reduz o trânsito de carroças e prevê o fim gradativo em 8 anos, com criação de cooperativas formadas por carroceiros, para que estes possam se sustentar trabalhando em galpões de reciclagem de resíduos sólidos. Na manhã do dia 31 de Novembro eram 1775, precisamos de 9.491 para atingir o objetivo. Leia a petição e assine a petição!

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A EPAGRI, empresa de Santa Catarina anunciou a algumas semanas que iria iniciar a produção em escala industrial da Salsicha de vitela. A carne de vitela para quem não conheçe é a carne do novilho de poucas semanas, anêmico e que vive em um pequeno espaço de madeira durante toda sua vida.

Em forma de protesto foi criada uma carta padrão que pode ser enviada para a empresa e empregados da EPAGRI.

Para enviar, copie o email abaixo e envie para os emails que seguem no final, não se esqueça de assinar a mensagem.

Carta Aberta à Sociedade Catarinense em Repúdio à Produção de Vitelo em SC

Ilmo. Senhor Athos de Almeida Lopes
Presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina

Sr. Presidente e demais representantes da EPAGRI,

Diante do lançamento do “embutido de vitelo” promovido pela EPAGRI na última semana, 27 de setembro, nós, ativistas do movimento pela abolição da exploração animal, expressamos o nosso imenso descontentamento com relação ao incentivo da EPAGRI à produção de alimentos desnecessários à nutrição humana e que causam imenso sofrimento aos animais.

De acordo com a nossa postura como seres humanos, lutamos pelo respeito aos animais e pela integridade ética do nosso relacionamento com os mesmos.

Vale ressaltar os aspectos moralmente condenáveis que o sistema de produção de vitelo apresenta tais como a subjugação das vacas leiteiras (mães) e o abatimento precoce de terneiros, que ainda podem ser confinados em situação de extrema crueldade: impossibilitados de se locomover a fim de não criarem músculos e com alimentação pobre em ferro, os terneiros são mantidos anêmicos para que sua carne esteja mais tenra e clara para simplesmente atender a exigência dos consumidores. Isso resulta em uma obscura e estressante sobrevivência, impossibilitando-os de exercerem o maior direito que um ser vivo possui: viver, e não sobreviver. Mas Independentemente do sistema de criação, soltos ou em baias isoladas, a crueldade ainda existirá, mudando apenas de grau. Além de estarem meramente vivos, os bezerros possuem um sistema nervoso central organizado e são animais sencientes, isto é, são conscientes daquilo que sentem, inclusive das experiências de dor e sofrimento às quais são submetidos.

Além disso, esses bezerros estão sendo utilizados como se suas vidas só adquirissem sentido ao nos servir de alimento, sendo-lhes atribuído apenas valor instrumental, como meros meios para atingir fins humanos. E, diga-se de passagem, trata-se de um fim banal e trivial degustar certo tipo de alimento, tendo tantas outras opções disponíveis que não inflijam dor, sofrimento ou dano a seres sencientes. Não há justificativa ética para que esse suposto interesse humano prevaleça sobre um outro interesse, o dos bezerros, este sim, básico e vital, de quererem continuar vivos e bem, a seu próprio modo, não lhes sendo privada a busca de alimento e a interação com membros de sua própria espécie.

Não concordamos com a forma como a indústria leiteira tem afetado a vida desses animais não-humanos. Somos os únicos mamíferos que continuam a se alimentar de leite depois de atingida a idade adulta. Cientes do que acabamos de escrever, perguntamos: consumir leite e derivados é uma necessidade ou um hábito?

Assim como toda empresa em solo brasileiro, a EPAGRI tem o compromisso de primar pela construção de uma sociedade mais justa e eticamente responsável. Entendemos o nobre objetivo incumbido à EPAGRI, de levar à sociedade rural melhores condições de vida, porém, tal meta não deve ser alcançada a todo e qualquer custo. Não é de agora o hábito de nos posicionarmos acima das demais formas de vida existentes na Terra. Essa forma preconceituosa de convívio, cada vez mais, mostra-se completamente ineficaz e danosa a todos que dela se nutrem.

Essa carta é insuficiente para demonstrar o tamanho de nossa indignação. Tomaremos todas as providências possíveis para que a população saiba o que está ajudando a financiar, seja contribuindo com impostos, seja comprando produtos da indústria leiteira e assim compactuando com programas que fomentam indiferença e crueldade para com os animais, seres vivos que merecem toda atenção e respeito, assim como nós, humanos, merecemos.

Não será através de um “embutido de vitelo” que os humanos do campo alcançarão a qualidade de vida desejada condizente com os princípios da ética e da justiça. Não conseguirão enquanto dependerem da exploração animal.

Como contribuintes do país, pedimos que a EPAGRI não mais incentive a desnecessária indústria do vitelo e que não mais realize as degustações. Pedimos que não se produza essa vergonha em nosso território. A sociedade não carece de tal produto. Pedimos que Santa Catarina não faça parte dessa covardia cruel e sangrenta.

Em nome de todos os novilhos e suas mães, nós aguardamos uma resposta dos prezados senhores.

Atenciosamente,
[Seu Nome]
[Grupo que participa, se houver]

GAE-Porto Alegre
(Grupo Anti-Especismo de Porto Alegre – RS)

APASCS
Associação Protetora dos Animais de São Caetano do Sul -SP

Movimento SOS Bicho
Curitiba – PR

Grupo Fauna de Proteção aos Animais

Emails: athos@epagri.rct-sc.br, marcias@epagri.rct-sc.br, volnei@epagri.rct-sc.br, epagri@epagri.sc.gov.br, anselmo@epagri.rct-sc.br, jas@epagri.rct-sc.br, salgado@epagri.rct-sc.br, valmor@epagri.rct-sc.br, ademarsimon@epagri.rct-sc.br, ademarsimon@epagri.rct-sc.br, lima@epagri.rct-sc.br, vissotto@epagri.rct-sc.br, epagri@epagri.rct-sc.br, massigna@epagri.rct-sc.br, adilsonz@epagri.rct-sc.br, elso@epagri.rct-sc.br, pasg@epagri.rct-sc.br, grar@epagri.rct-sc.br, grco@epagri.rct-sc.br, richard@epagri.rct-sc.br, andrey@epagri.rct-sc.br, gzaffari@epagri.rct-sc.br, romeu@epagri.rct-sc.br, luizfernando@epagri.rct-sc.br, nava@epagri.rct-sc.br, marcias@epagri.rct-sc.br, noldin@epagri.rct-sc.br, bressan@epagri.rct-sc.br, veralucia@epagri.rct-sc.br, ulisses@epagri.rct-sc.br, rogerdf@epagri.rct-sc.br, vidor@epagri.rct-sc.br, chiaradi@epagri.rct-sc.br, dittrich@epagri.rct-sc.br

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