Política

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Na Espanha, Catalunha proíbe touradas

A província espanhola Catalunha aboliu as touradas na quarta-feira, dia 28 de julho de 2010. A região possui autonomia do restante da Espanha.

Esta medida iniciou-se através de uma petição assinada por mais de 180 mil pessoas, que consideravam a tourada uma prática antiquada e bárbara, encaminhada ao Parlamento catalão.

A lei tem validade a partir de janeiro de 2012.

A Catalunha é a primeira região da Espanha continental a abolir as touradas, porém esperamos que esta medida influencie e inspire as pessoas de todas as partes do mundo a lutarem pela liberdade dos animais.

Ainda que alguns afirmem que a lei é uma forma da Catalunha reforçar sua diferença do restante do país, esta é uma grande conquista para os animais e uma forma de levar à reflexão.

Continuemos nossa caminhada educando a população para a liberdade de todos os animais, humanos e não-humanos, e para a não-violência, seja no esporte, na cultura, no entretenimento, na ciência e na alimentação.

Fonte: BBC Brasil.

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Entra em vigor em BH a lei que proíbe animais em circos

Finalmente, agora a proibição de animais em circos também é lei em todo o município de Belo Horizonte.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente ficará responsável pela execução da lei nº 9.830, que está em vigor desde 21 de janeiro de 2010.

Parabéns ativistas e grupos que empenharam-se nesta conquista rumo à abolição da escravidão animal!

*Liberdade a todos os seres sencientes.

Leia o texto completo da lei.

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[Cancelada] Oficina de Ervas Daninhas no espaço Ystilingue

OFICINA CANCELADA, em breve nova data!
Oficina de Ervas Daninhas
Com Sofia (Col. Erva Daninha)

Consideradas malditas,
ervas daninhas nascem espontaneamenteamente nos jardins
ruas, terrenos baldios e em frestas do concreto urbano.

Se achadas são jogadas fora.

Mas, pasmem! Algumas são nutritivas e tem propriedades
medicinais. Venha conhecer mais sobre.

Dia 08/08/2009
Sábado às 15:00
No Ystilingue
Sobreloja 35 do Edifício Maletta

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Show dia 19/07 com banda vegana Nieu Dieu Nieu Maitre

No dia 19/07 toca em Belo Horizonte a banda de Hardcore Nieu Dieu Nieu Maitre. A banda possui integrantes veganos(as) e que também organizam a ocupação 13 de Janeiro, onde ocorrem eventos libertários como mostra de filmes, exposições, lançamento de livros e oficinas de comida vegana. O show acontecerá no Matriz (guajajaras, 1353, subsolo do ed. JK), às 14:00. Os ingressos custam R$8 antecipados ou R$10 na hora. Tocam também no dia Backbreaker, Fadarobocoptubarão e Severa.

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“O Mundo Segundo a Monsanto” e bate-papo no Ystilingue

Sessão de filmes Gato Negro

Exibição do documentário “O Mundo Segundo a Monsanto” seguido de bate-papo.

O Mundo Segundo a Monsanto
(Marie-Monique Robin, França, 2008, 108min, legendado) A diretora francesa Maria-Monique Robin baseou seu filme – e livro de mesmo título – na empresa Monsanto com sede em Saint-Louis (Missouri, EUA), que, em mais de um século de existência, foi fabricante do PCB (piraleno), o agente laranja usado como herbicida na guerra do Vietnã e de hormônios de aumento da produção do leite proibidos na Europa. O documentário destaca os perigos do crescimento exponencial das plantações de transgênicos que em 2007, cobriam 100 milhões de hectares com propriedades genéticas patenteadas em 90% pela Monsanto. A pesquisa durou três anos e a levou aos Estados Unidos e a países como Brasil, índia, Paraguai e México, comparando as virtudes proclamadas dos OGMs (Organismos Geneticamente Modificados) com a realidade de camponeses/as mergulhados/as pelas dívidas com a multinacional, de moradoras/es das imediações das plantações, pessoas que sofrem com problemas de saúde ou de variedades originais de grãos ameaçadas pelas espécies transgênicas.

E mais:
Alimentos veganos da lanchonete Barata Vegana
Banquinha do Gato Negro.

Dia 11 de julho, sábado
Às 18h
No Espaço Ystilingue

Ed. Maletta, sobreloja 35 – Centro. Belo Horizonte . MG

Evento gratuito

*Contribuição sugerida voluntária de 2,00 para manutenção do Espaço Ystilingue.

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Já cometeu um crime hoje? AI-5 Digital

Já cometeu um crime hoje? nao

Talvez você ainda não saiba, mas, em breve, poderá se tornar um/a criminoso/a e, quem sabe, passar uma temporada de três anos na cadeia.

Como isso será possível?
Está em fase final de tramitação no Congresso Nacional o projeto que regulamenta os chamados crimes cibernéticos, ou seja, aqueles cometidos através do uso de computadores e da internet. A redação final é de autoria do senador mineiro Eduardo Azeredo.

Com a aprovação da nova lei, uma série de atitudes cotidianas dos usuários de computadores, ou mesmo da população em geral, será transformada em crime. Copiar um DVD ou baixar músicas da internet poderá condenar alguém a três anos de prisão. Além disso, todo um sistema será montado para vigiar os/as usuários/as, sendo que os provedores se transformarão em verdadeiros dedos-duros, monitorando tudo o que fazemos na rede. Por tudo isso, o projeto de lei vem sendo chamado de AI-5 Digital, uma referência à lei que permitiu o endurecimento da ditadura militar na década 1960.

Para seus autores, a nova lei protegerá a população de ladrões e ladras virtuais, piratas de computador, pedófilos e outros/as contraventores, evitando a proliferação de vírus, violação de senhas de banco, circulação de pornografia infantil e compartilhamento de material ilegal ou pirateado. Mas, a verdade não é bem essa.

A nova lei combaterá a Pedofilia e a Pornografia Infantil?
Não. Pois já existem leis contra esses crimes. A pedofilia acontece no mundo real, deve ser combatida com investigação e condenação dos responsáveis, que atuam nas cidades, beiras de estradas, igrejas…

A pornografia infantil também já é considerada crime por lei, sua circulação acontece também por internet e os responsáveis por isso já podem ser presos, mesmo sem o AI-5 Digital.

Nossas contas bancárias estarão mais protegidas?
Na verdade, não. Continuaremos tão vulneráveis quanto hoje. A lei beneficiará apenas os bancos, pois eles esperam, com a prisão dos ladrões e ladras virtuais, ficar livres de arcar com as indenizações a seus clientes. Com isso, não precisariam pagar pelo que realmente deve ser feito para nos proteger: substituir as tradicionais senhas pela assinatura digital nos serviços bancários online. Será coincidência o fato da campanha de 2002 do Senador Azeredo ter sido financiada por empresas ligadas a bancos como o Bradesco e o Safra?

COPIAR NÃO É ROUBAR
Furtar significar subtrair algo de alguém. Copiar não é subtrair, mas multiplicar. Impedir a reprodução do conhecimento no Brasil não faz o menor sentido, já que a maioria da população é pobre. Negar a internet livre é impedir o acesso democrático à informação e à cultura.

Quem ganha e quem perde com os Direitos Autorais?
Artistas e escritoras/es não precisam dos direitos autorais. Músicos vivem de seus shows e não da venda de CDs e DVDs. Do mesmo modo, escritoras/es não vivem dos direitos autorais. No Brasil, eles ganham pouquíssimo com isso. Você sabia que Paulo Coelho, o mais bem sucedido autor do país, apóia a
disponibilização gratuita de seus livros na internet? Artistas querem que as pessoas ouçam suas músicas, leiam seus livros e vejam seus filmes.

Então, a quem interessam os Direitos Autorais? Ora, apenas às indústrias de cinema, música e livros, que vivem do talento dos outros. São grandes corporações estrangeiras e nacionais como Universal, Warner, Sony, EMI Music, Disney Enterprises, Fox e o Sistema Globo de Gravações.

O fim da privacidade e novas barreiras para a INCLUSÃO DIGITAL
O AI-5 Digital fará dos servidores de internet um mecanismo de vigilância. Eles serão responsáveis por manter por três anos os dados de seus/as usuários/as e denunciar os supostos/as infratores/as. Caso não o façam, se tornarão co-autores desses crimes. Com esse vigilantismo, todas as usuária e usuários comuns serão vistos como suspeitas/os, o que fere a Constituição.

Tudo isso representará um empecilho para a inclusão digital, colocando em risco a criação de lan houses, redes públicas de internet sem fio e telecentros. Esse mecanismo será ineficaz. Retira a privacidade dos usuários e usuarias e pode ser facilmente burlado por criminosos/as.

Como o AI-5 DIGITAL extrapola a Internet
O art.16 define como “dispositivo de comunicação” qualquer meio capaz de processar, armazenar, capturar ou transmitir dados utilizando-se de tecnologias magnéticas, ópticas ou qualquer outra tecnologia, segundo o professor de direito Tulio Vianna. O termo “qualquer outra tecnologia” é totalmente genérico. Seriam, portanto, dispositivos de comunicação, para o legislador: disco rígido, CD, DVD, pen-drive, celular, fita K7, ou até mesmo uma folha de papel!!!

A situação lá fora e os Partidos Pirata
O debate sobre a liberdade na Internet não é exclusivo do Brasil. Nos EUA e na França, por exemplo, diversas pessoas, inclusive famílias e crianças, foram presas e processadas por baixarem músicas e filmes ou por criarem conteúdo a partir de material protegido por direitos autorais.

Apesar da perseguição, muitas conquistas pela liberdade na internet foram alcançadas. Na União Européia, depois de uma grande mobilização da sociedade o direito à livre circulação de arquivos foi garantido. Punições a sites de compartilhamento foram suspensas.

A conscientização tem se expandido. Em mais de 15 países já surgiram coletivos e partidos piratas que têm em comum a defesa da livre troca de informações. O movimento acontece em diversas frentes: no Parlamento Europeu, há dois deputados na Europa que representam Partidos Pirata; em universidades, redes públicas, e iniciativas de grupos e de ativistas autônomos/as.

O que tem sido feito? E o que eu posso fazer?
Mais e mais pessoas têm se conscientizado e sentido necessidade de se mobilizar, muitas publicações na Internet e fora dela vêm sendo feitas. Articulações, eventos e manifestações acontecem por todo o país. Atos públicos contra o AI-5 DIGITAL ocorreram em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Se você preza por seus direitos e quer fazer alguma coisa, essas são algumas sugestões:
- Informe-se e divulgue essas informações na Internet ou fora dela;
- Pressione deputados/as federais e senadoras/es para que vetem o projeto de lei; em breve formulário online no blog www.ciberativismo.wordpress.com !
- Converse com amigas/os e familiares a respeito;
- Aproxime-se de outras pessoas envolvidas para discutir e agir em conjunto;
- Assine a petição online www.petitiononline.net/veto2008;
- Faça seus próprios informativos;
- Seja criativa/o e invente suas próprias formas de agir!
*Esse material é copyleft, ou seja, nenhum direito é reservado. Copie e/ou modifique à vontade!
Esse informativo foi feito por pessoas comuns como você, livres de qualquer filiação partidária e que acreditam na liberdade da informação.
Apoie a mídia livre! Seja a mídia: leia e faça blogs, produza sua própria opinião!

Outras infos:
www.ciberativismo.wordpress.com
http://meganao.wordpress.com
http://ciscobh.blogspot.com

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Corrida de touros pode virar patrimônio da humanidade

Cena da corrida de touros, no final os touros acabam mortos.

Entre 22 a 30 de junho, representantes da UNESCO se reunirão em Sevilha, Espanha para definir as festas espanholas que se converterão em Patrimônio Cultural da Humanidade. Entre elas, está a corrida de touros, um evento que resulta na morte de animais e muitas vezes de seres humanos.

Na corrida de touros os animais são provocados por humanos, e correm atrás destes. No final os animais são torturados com facas e depois são mortos pelos toureiros. Outro evento que deve se tornar Patrimônio Cultural da Humanidade é a Rapa das Bestas que consiste em raspar cavalos e marcálos, com violência.

Escreva um email para Unesco, se manifestando contra esta contradição. Que cultura é esta que quer ensinar e propagar a violência e morte?

Envie agora mesmo um email para Unesco usando o formulário:

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Documento de Identidade

Cidade / UF *

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* Campos obrigatórios

Caso prefira enviar diretamente de seu programa de email envie para: wh-info@unesco.org, bpi@unesco.org, info@ibocc.org, F.Bandarin@unesco.org

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Convocação ao ato público em BH pela liberdade e privacidade na internet

contra_lei_azeredoAto Público em BH contra o AI-5 digital na segunda-feira, dia 1º de junho, às 19:30h, no Teatro Cidade, em Belo Horizonte.

No Brasil, um projeto substitutivo sobre crimes na Internet aprovado e defendido pelo Senador Azeredo está para ser votado na Câmara de Deputados. Seu objetivo é criminalizar práticas cotidianas na Internet, tornar suspeitas as redes P2P, impedir a existência de redes abertas, reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso em uma espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacidade de internautas e, se aprovado, elevará o já elevado custo de comunicação no Brasil.

Ato Público dia 1º de junho, às 19h30, e contará com um debate com a presença de:

Sérgio Amadeu
Professor da pós -graduação da Faculdade de Comunicação Cásper Líbero em São Paulo

Idelber Avelar
Professor na Tulane University, em Nova Orleans – EUA

Teatro da Cidade
Rua da Bahia, 1341
Centro – Belo Horizonte

Em defesa da Liberdade!
Contra o vigilantismo na comunicação em rede.
Contra o Projeto de Lei substitutivo do Senador Azeredo.

A Internet é uma rede de comunicação aberta e livre. Nela, podemos criar conteúdos, formatos e tecnologias sem a necessidade de autorização de nenhum governo ou corporação. A Internet democratizou o acesso à informação e tem assegurado práticas colaborativas extremamente importantes para a diversidade cultural. A Internet é a maior expressão da era da informação.

A Internet reduziu as barreiras de entrada para se comunicar, para se disseminar mensagens. E isto incomoda grandes grupos econômicos e de intermediários da cultura. Por isso, se juntam para retirar da Internet as possibilidades de livre criação e de compartilhamento de bens culturais de de conhecimento.

Um projeto de lei do governo conservador de Sarkozi tentou bloquear as redes P2P na França e tornar suspeitos de prática criminosa todos/as os/as usuários/as. O projeto foi derrotado.

Leia mais:
Projeto do senador Azeredo é inócuo contra os criminosos
Porque somos contra salvar o  projeto do senador Azeredo

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Kirtana, o garoto prodígio do veganismo

imgp0003Kirtana é um garoto de 11 anos, nascido em Salvador – BA, ele é essa figurinha carismática na foto à direita. Filho de Luciana e Róbson, ambos veganos (também na foto). Róbson é também vocalista da banda vegana de hardcore, Lumpen. Kit, como é carinhosamente chamado pelos pais e amigos, é vegano desde que nasceu.

Conversamos com Luciana, Róbson e Kirtana para descobrir como é educar e ser vegano aos 11 anos. Na entrevista Kit demonstra que “não arreda o pé”, é vegano por convicção diz ele, “eu sou vegano porque eu não acho correto maltratar e nem comer os animais”.

Segundo os pais Luciana e Róbson, a grande dificuldade na hora de educar um filho vegano foi a falta de apoio dos médicos e da família. “Enfrentei minha família pois todos falavam que nos éramos malucos, que Kit seria uma menino doente. Outra dificuldade foram as primeiras consultas médicas quando ele ainda era bebê. Uma médica chegou a diminuir o peso dele, creio que pra ver se eu me assustava” relata Luciana. Kit tomou leite materno mas leite de animais não-humanos, nem uma gota. Segundo Luciana “como todo animal mamífero ele tomou leite só da própria mãe”. Durante a gestação Luciana era lactovegetariana, mas se tornou vegana ainda na lactação.

A alimentação de Kirtana é rica, composta por produtos naturais, fáceis de encontrar e a preços baixos. Além disso Kit recebe complementação de B12, como é indicado a veganos de todas as idades. Luciana explica: “defendemos o veganismo como opção para as pessoas pobres por isso nosso veganismo é o do aipim, batata, abóbora, agrião etc. As coisas que encontramos com preço acessível para toda a população.”

Uma situação difícil foi quando a professora de Ciências pediu que Kit, então com 8 anos, levasse um peixe vivo para ser usado em aula prática. Segundo Luciana “ele mesmo decidiu que iria faltar a aula e disse o porquê à professora: ele não concordava com experiências usando animais”. Luciana tentou averiguar se Kit se sentira pressionado pelo fato dos pais serem veganos, mas o menino foi ríspido, segundo sua mãe “ele disse que não estava perguntando minha opinião mas sim comunicando que não iria para a aula”. Vale lembrar que a vivissecção, ou seja, o uso de animais em aulas práticas para a Educação Básica, e Ensinos Fundamental e Médio é proibida no Brasil.

Kit é um ótimo aluno, nunca repetiu, adora matemática, participou da Olimpíada Nacional de Matemática e pratica Kung-Fu numa academia perto de casa. Muito brincalhão, esperto, questionador e comunicativo. Kit, ao ser questionado se em algum momento pensou em deixar o veganismo, dispara “não, porque gosto assim do jeito que sou e acredito que eu tou fazendo a coisa certa” (sic).

Kirtana fecha a conversa deixando uma mensagem para as crianças que pensam em se tornar veganas: “quero que todos saibam que ser vegano é bom para a saúde, além disso não maltratar os animas acho que é uma coisa correta, e deve ser feita por todos que acreditam na libertação animal.” Kit é uma lição de ética e simpatia, até mesmo para os mais adultos e prova viva da afirmação da ADA (American Dietetic Association) que dietas veganas bem planejadas “são adequadas a todos os estágios do ciclo vital, inclusive durante a gravidez e a lactação”.

kirtanavegan Que venha um futuro de Kirtanas! Pelos direitos animais, pelo veganismo e pelo planeta!

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Making a Killing, um livro sobre anarquismo e direitos animais

Making a KillingO recém lançado “Making a Killing: The Political Economy of Animal Rights” é um livro sobre política e direitos animais. Escrito pelo sociólogo Bob Torres, co-criador da rádio Vegan Freak, e lançado pela editora anarquista AK Press, o livro traça um paralelo entre marxismo, anarquismo social e direitos animais. Em seu site Torres escreve: “a minha intenção é que este livro gere uma discussão sobre a natureza da hierarquia e da dominação dentro do capitalismo, e encorajar a todos nós a pensar para além dos limites que nosso ativismo esteve até agora”.

Tendo como base a luta pela igualdade, um dos pilares fundamentais de praticamente todos as abordagens anarquistas e de esquerda, Bob Torres, inicia o debate sobre direitos animais. “Enquanto o anarquismo social desenha o poder de um coletivo responsável pela restruturação de uma sociedade melhor, mais justa e mais igualitária, eu também penso que ser um anarquista, é antes de mais nada, pensar criticamente sobre a hierarquia – porque ela existe? quem se beneficia? e porque ela é errada?(…) Eu descobri que minha ética e política não pode justificar a dominação baseando-se meramente na categoria ‘espécie’, assim como não posso justificar a dominação baseada meramente em gênero, ou raça, ou nacionalidade.”, escreve Bob Torres.

O livro está disponível para venda através do site Amazon e AKPress. Infelizmente, apenas em inglês. Mais informações no site do livro (em inglês).