Archive for the Testes em animais Category

Participe da enquete realizada no site da Revista Galileu:
http://revistagalileu.globo.com

A ciência deve continuar usando cobaias?
Vote não! =)

Animais não são produtos. Pela abolição da escravidão animal.

* Saiba mais sobre os motivos para não usarmos os animais seja para testes, seja para qualquer outra atividade, acesse:
Textos publicados no Gato Negro
Site Direitos Animais.org

Qualquer estudante, funcionário ou professor pode requerer um ensino ético, em que não haja o uso de animais, através da Carta de Objeção de Consciência.

Este é um direito previsto pela Constituição brasileira e pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, o qual o Brasil é signatário. Caso alguma atividade não esteja de acordo com a consciência do indivíduo e não seja obrigatória por lei, este pode objetar-se.

Seja no curso de Psicologia, Ciências Biológicas, Medicina, Veterinária, entre outros, é possível aprender de forma ética, como por exemplo através de modelos, simuladores, filmes e vídeos interativos, realidade virtual, auto-experimentação, estudos de observação de casos reais (em que os animais realmente precisam de cuidados), experiências com células in vitro, uso de cadáveres de animais que morreram de forma não-induzida, etc. Dessa forma, os(as) alunos (as) aprendem sem escravizar os animais.

Esta carta é um recurso muito valioso na luta pela abolição da escravidão.

O ensino ético sequer prejudica o aprendizado. Grandes universidades, e a maioria delas, européias e norte-americanas e universidades de ponta não mais ensinam explorando os animais. De forma alguma os(as) estudantes de lá aprendem menos que o ensino tradicional escravocrata.

Segue abaixo o modelo da Carta de Objeção de Consciência que você estudante poderá entregar a seus professores e professoras solicitando o ensino ético. Editada da Interniche Brasil. Esta carta deve pode ser entregue pessoalmente ao Professor(a), neste caso entregue uma cópia e fique com outra para você (peça para ele(a) assinar a sua cópia). A carta também pode ser entregue por e-mail. Neste caso, envie uma cópia para seu e-mail também. Isto ajuda caso tenha que entrar com uma ação legal requerendo um ensino ético.

[UNIVERSIDADE…]
[CENTRO…]
[CIDADE e DATA]

De:
Para: Professor
Assunto: Uso de animais para finalidades didáticas (vivissecção)

Caro Professor _____________,

Gostaria de respeitosamente informar-lhe que seria uma violação de minha postura pessoal e ética participar de qualquer atividade que envolva o uso de animais para finalidades didáticas. E isso inclui minha participação nas práticas exigidas pela disciplina de __________________, da __ª fase desta instituição, na qual o Professor propõe o uso de ______________ para estudo de ____________________ em aulas práticas.

Por isso, venho praticar meu direito à Objeção de Consciência (1), garantida pela legislação internacional de direitos humanos, conforme se verifica no artigo 18, primeira parte, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 1948, da qual o Brasil é signatário:

“Todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião”.

O Professor pode perceber que a objeção de consciência faz parte do conjunto de direitos e garantias do ser humano que tem por finalidade básica o respeito à sua dignidade, por meio de sua proteção contra o arbítrio do poder estatal e o estabelecimento de condições mínimas de vida e desenvolvimento da personalidade humana.

Direito este também redigido pela Constituição da República Federativa do Brasil, Capítulo I Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, de 1988, que afirma:

Artigo 5º: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza […],
nos termos seguintes […]:

VIII – ninguém será privado de direitos por motivos de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.

Artigo 9º: Nenhum empregado ou servidor poderá sofrer penalidade funcional, em virtude de declaração de objeção de consciência que o legitima na recusa da prática ou cooperação na execução de experimentação animal.

Visto que é um direito fundamental do ser humano, que venho exercê-lo agora, não só estou defendendo os direitos dos animais, como também venho defender um direito meu, pois discordo das maneiras como o Professor pretende cursar suas aulas práticas e estou disposta a substituí-las por uma outra metodologia em que não ocorra a escravização dos animais.

Além disso, posso discorrer sobre a Lei 9.605, que entrou em vigor no dia 30 de março de 1998, cujo grande mérito foi o de assegurar os direitos dos animais transformando em crime práticas de vivissecção em todo território nacional, caso não sejam adotados métodos alternativos, conforme seu artigo 32, §1°:

Artigo 32: Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais ilvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º – Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º – A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

E ainda temos A lei federal nº 6.638, de 08 de maio de 1979 que veda a vivissecção (artigo 3°) nas seguintes hipóteses:

a) sem o emprego de anestesia;
b) em centros de pesquisas e estudos não registrados em órgão competente;
c) sem a supervisão de técnico especializado;
d) com animais que não tenham permanecido mais de 15 (quinze) dias em biotérios legalmente autorizados;
e) em estabelecimentos de ensino de 1º e 2º graus e em quaisquer locais
freqüentados por menores de idade.

Posso acreditar então, que o uso de animais abandonados nas ruas, como o Professor pretende, é crime e compreende pena de dez dias a um mês ou multa, conforme o artigo 64, § 1° da Lei das Contravenções Penais. (OBS.: MANTER ESTE ARGUMENTO NO CASO DE ANIMAIS RETIRADOS DAS RUAS, CASO SEJAM CRIADOS EM BIOTÉRIOS, RETIRAR)

Com o advento de materiais de software, realidade virtual, modelos anatômicos fabricados especialmente para o exercício dessas práticas ou até mesmo a utilização de cadáveres quimicamente preservados, muito utilizados pela USP, posso adquirir o conhecimento que a disciplina exige nesse semestre. A USP (Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia) adota o método Laskowski, que consiste no treinamento de técnica cirúrgica em animais que tiveram morte natural, a UNIFESP utiliza ratos de PVC nas aulas de microcirurgia, a UNB utiliza simulação computadorizada, a FMUZ utiliza cultivo de células vivas, etc. Existem vários estudos comprovando a seriedade de tais materiais e demonstrando que ao seguir esses métodos, o aluno aprenderá tanto quanto se utilizassem modelos vivos. (OBS.: ENTRAR EM CONTATO COM A WWW.INTERNICHEBRASIL.ORG PARA SABER DOS MODELOS ÉTICOS)

Ao contrário do que muitos pensam, esses materiais não são caros e podem ser conseguidos facilmente. Podem ter um custo mais elevado em curto prazo, mas como são modelos facilmente conserváveis, podem ser utilizados muitas vezes, por todos os alunos que cursarem a disciplina, o que abrange um maior número de pessoas e garante o conhecimento adquirido, já que permite ao aluno praticar novamente o estudo quantas vezes achar necessário.

Acredito que a utilização de animais em aulas práticas de nossa Universidade não deveria ocorrer da maneira como vêm acontecendo. Os animais têm direitos e é preciso respeitá-los. Animais são seres sencientes, capazes de sentir dor, assim como nós humanos. Por isso, eles têm o interesse básico de não sentirem dor e não serem tratados como objeto e propriedade.

Outro motivo relevante é a dessensibilização estudantil, que se caracteriza, principalmente, pelos alunos terem os animais como máquinas e os usarem como lhes convêm. Essa situação é muito comum na (UNIVERSIDADE) e deve sofrer modificações. Cursamos a faculdade de (CURSO) e devemos perceber os animais como criaturas passíveis de dor e desejos assim como nós, e não como meros seres, objetos de estudo e meios para se elevar na carreira profissional. Os animais não podem ser escravizados.

Sei que existem outras pessoas que não concordam com suas aulas práticas, mas que não se expõe por medo de suas represálias ou de professores futuros. Decidi realizar esse pedido formalmente porque sei que meus direitos são assegurados pela Constituição e que não sofrerei penalidades por acreditar nos direitos animais e no fim da escravidão animal, pois seria um equívoco ético se eu não me opusesse à vivissecção.

Afirmo novamente que estou disposto/disposta a procurar estudar o assunto através de algum outro método que não seja este proposto pela disciplina. Solicito encarecidamente que este assunto abordado pela disciplina possa ser acessado através de métodos éticos ou de qualquer outra atividade que não envolva o uso de animais, garantindo assim que minhas convicções éticas sejam respeitadas e que não seja prejudicada no conteúdo da disciplina. Para tanto, me disponibilizo a procurar me informar dos métodos éticos ou atividades que possam vir a substituir tais práticas.

Gostaria de obter uma resposta por escrito, se possível.

Obrigada pela atenção e compreensão,

NOME E ASSINATURA
CONTATO

(1) Bárbara Giacomini Ferrari, em sua monografia Experimentação Animal: Aspectos Históricos, éticos, legais e o direito à objeção de consciência, apresentada à Faculdade de Direito da Instituição Toledo de Ensino, conceitua “a objeção de consciência como sendo o comportamento individual e não violento de rechaço ao cumprimento de dever legal por motivo de consciência, com intenção imediata de alcançar isenção pessoal, a qual pode, ou não, vir a ser reconhecida pela ordem jurídica mediante a conciliação das normas jurídicas em conflito. (…) A objeção de consciência distingue-se da Desobediência Civil à medida que, por meio desta, primeiramente, busca-se persuadir as autoridades da necessidade de reforma normativa ou de mudança da política governamental. Busca-se, também, convencer a opinião pública, e, assim, trata-se de um recuso pedagógico das minorias para o esclarecimento das maiorias”.

Quem alimenta bem o seu cachorro, mas come bife de uma vaca

Quem afaga o seu gatinho, mas veste sapatos feitos com couros que foram de um boi

Quem mima sua tartaruga, mas rouba o leite dos terneiros

Quem cuida da temperatura do aquário, mas come pratos com peixe ou rouba os ovos das aves

Quem protege do sol a gaiola do seu pássaro, mas vai a um circo que explora animais

Está proibido de dizer Amo os Animais.

Quem deixa que seu cachorro cruze para produzir mais filhotes porque acha que é bom,

Quem prende em gaiola o pássaro que teria o horizonte como limite

Quem monta no lombo de um cavalo forçando-o a obedecer

Quem confina em paredes de vidro o peixe que nadaria solto

Quem compra animais de raça

Quem usa produtos de origem animal

Quem usa produtos testados em animais

Quem apóia o uso de animais na ciência

Quem apóia rodeios, touradas, rinhas, zoológicos, circos

Não pode dizer Amo os Animais

Pode dizer: tenho posses, tenho propriedades, tenho coisas, objetos e cuido desses objetos para que sigam me conferindo prestígio, para que me valorizem porque sozinho valho muito pouco.

Pode dizer: me beneficio dos animais e para isso quero que sofram o menos possível

Pode dizer: lucro com animais que comercializo, exploro, escravizo,

Mas não pode dizer Amo os Animais.

Mas, se por inconsciente, teve essas práticas até hoje e, ao ler esse texto se dá conta dos seus equívocos, está em tempo de tomar consciência, de atenuar suas ofensas, libertando seus animais,
divulgando essa outra forma de dividir o planeta com eles e, enfim, retomando o direito de dizer

Amo os Animais.


Maria de Nazareth Agra Hassen

A Natura continua fazendo testes em animais, por trás do marketing de “ecologicamente correto” e “consumo consciente” a Natura repete os mesmos testes obsoletos e invasivos, como LD 50 e Draize Test. Várias organizações se preparam para uma grande campanha contra a empresa. Você pode ajudar mesmo pela internet, assinando a petição on-line aqui.

Atualização: A Natura recentemente diz ter parado com os testes em animais. Porém, não há meios de se confirmar tal afirmação. Também pouco sabemos sobre como são conseguidas as células animais para os testes em vitrio que eles ainda afirmam fazer.

Durante o evento Dia Mundial Vegano recebemos o contato de alguns representantes da Tahitian Noni International. Sem entrar em detalhes, a Tahitian Noni é uma fabricante de sucos mundialmente conhecida e que funciona com representantes e pequenos revendedores em cidades. Logo que reconhecemos que a marca era mesmo a TNI demos a resposta de que não poderíamos fazer negócio. A Tahitian faz testes em animais.

Testes feitos pela Tahitian Noni

Encontramos no evento representantes abertos à discussão e atentos as informações que passamos, estes ficaram assustados, pois acreditavam que a empresa era mesmo eticamente correta. A PETA já havia alertado sobre os testes de toxicidade com ratos feitos pela TNI. Os testes incluem injeção de produtos tóxicos em ratos, indução de tumores em animais saudáveis para em seguida testar os efeitos do suco da TNI. No entanto, em Julho de 2006, aparentemente a PETA teria feito um acordo com a TNI para o fim “gradual” dos testes. Então temos dois problemas, o primeiro é entender o que será esse “gradual” e o segundo é porque a TNI haveria lançado em seu site um comunicado onde afirma que não possui “uma política pura contra testes” e que “será utilizado o menor número possível de animais nos testes”. Aparentemente foi feito um acordo de intenção bem-estarista onde se “melhora” a condição do escravo, mas se mantêm a escravidão. Ou seja, a TAHITIAN NONI INTERNATIONAL ainda testa em animais induzindo doenças e produtos químicos para testar seus produtos. Esses testes são injustificáveis, sejam eles praticados em aior ou menor quantidade!!!

Isso significa que se faz necessário uma campanha urgente e global, principalmente junto com seus distribuidores (seu maior patrimônio) contra os testes que ainda são realizados. Uma carta envida para a TNI do Brasil confirma a informação de que os testes continuam e ainda ostentam o fato de ster objetivos supostamente “científicos”. O Gato Negro chama a atenção de todos(as) para que estejam alertas para que uma campanha seja feita, a TNI fará um congresso internacional nos próximos meses no Rio de Janeiro, é o momento de demonstrar nossa indignação. Maurício da Sentiens enviou um email questionando se a TNI fazia mesmo tais testes, para passar a limpo. A resposta foi de que “Todos os produtos de cada linha foram testado e desenvolvidos diretamente em animais para avaliar sua eficiência e controle”, respostada dada pelo atendimento da TNI. O email da TNI é atendimento@br.tni.com e nos EUA Product_Inquiries@tni.com exigindo o fim dos testes e que a empresa se posicione contra qualquer cobrança de algum país que exija testes.

Segue carta na íntegra:

Sr. Mauricio, bom dia

Nossa linha de produtos (disponíveis no momento apenas fora do Brasil), incluem produtos para cavalos e cachorros.

Todos os produtos de cada linha foram testado e desenvolvidos diretamente em animais para avaliar sua eficiência e controle.

Não terceirizamos laboratórios de nenhum de nossos produtos ou linhas e nem fazemos parte de grupos empresariais para testes. Nosso laboratório, localizado na cidade de Provo, no estado de Utah ‘e único e exclusivo para pesquisas e desenvolvimento de nossos produtos.

Nossa empresa ‘e única. Não possuímos empresas terceirizadas que realizam testes/desenvolvimento de nossos produtos.

Grato,
Atendimento.

Cigarros fazem testes em animais, é fato. ONGs e instituições que se dizem antidrogas também têm feito testes ridículos com animais, procure por aí saber do histórico do March of Dimes ou da WWF por exemplo. Emprenha-se uma macaca, dá-lhe bastante álcool na gravidez e observam-se os resultados: deformações, anomalias, tudo irá para o caderninho de anotações do “cientista” - ou “ambientalista” como preferir. Uma ressalva para o verbo “emprenhar”, nesse caso, na maioria das vezes o melhor verbo seria estuprar, já que observamos que trata-se de inseminação artificial, feita por objetos inseridos na vagina do animal, muitas vezes a própria mão do “cientista”. Nesses momentos temos que parar para refletir, como a Ciência tem se mostrado uma fraude e o mundo tem mantido milhões de fraudes em nome Capital. Infelizmente esse caso não é um fato isolado, podemos encontrar dezenas de outros exemplos não menos criminosos em alguns livros como Crimes Corporativos, Sem Logo, Livro Negro das Marcas ou mesmo vendo ao premiado filme A Corporação. Lucros e mais lucros. Essa é uma indústria poderosíssima e ela sabe muito bem como conseguir os PhDs certos para defender “sua causa”.
(more…)

Esse título já me estranha um pouco. A palavra “bem-estar” tem sido usada para diversos fins, menos o que para mim seria um bem-estar. O encontro será feito em Pernambuco tem apoio da WSPA e um discurso parecido com o “dito-desconexo” que Tom Regan tanto nos alerta no livro Jaulas Vazias. Dito-desconexo é o termo que Tom Regan usa para designar o ato de se dizer algo com objetivo de se parecer outra coisa. Complexo? Eu explico: digamos que eu vá executar uma pessoa, num paredão e dou um tiro na cabeça dessa pessoa. Eu sou um assassino, não é mesmo? Bem, para as pessoas que utilizam o dito-desconexo, eu estou sendo “humanitário”, afinal de contas eu poderia ter dado vários tiros ou mesmo espancado essa pessoa até a morte. Dessa mesma forma o dito-desconexo se repete quando alguém fala em “abate humanitário”, “manejo responsável” ou “técnicas não invasivas” de tortura animal. As pessoas que mais usam o dito-desconexo não são as que defendem os direitos animais e sim as que se opõem à eles.

Bem, voltemos ao assunto. O tal encontro de Bioética, realizado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, usa e abusa do dito-desconexo, na apresentação do Encontro lê-se que o objetivo é “discutir o processo de implantação de comissão de ética no uso de animais na UFRPE.” Ora, se a questão é ética simplesmente não deveria ter uso de animais de nenhuma maneira. Não existe maneira ética de USAR animais para fins humanos. Não é tão difícil entender os reais objetivos de tal encontro, se uma Universidade, vivisseccionista está em realizando tal encontro com objetivo de criação de um comitê de ética para gerir o uso “humanitário” de animais. O objetivo é simplesmente melhorar a imagem da vivissecção para que a Universidade possa continuar explorando animais de uma forma mais agradável diante opinião pública. Aí entra os defensores dos 3Rs, replacement, reduction and refinament (substituição, redução e refinamento), abolição? Nem pensar.