Verdemar em Revista publica matéria com membro do Gato Negro
Publicado por Calavera e arquivado em Alimentação, Notícias, Ética, tags: entrevista, revista, Veganismo
O número 17 da Verdemar em Revista, produzida pelo supermercado Verdemar, traz uma matéria sobre vegetarianismo e suas categorias. O membro do Gato Negro, Koji Pereira, foi um dos entrevistados e seu depoimento pode ser lido, na íntegra, abaixo. Confira!
“Segundo Koji Pereira, integrante da ONG Gato Negro, adepta ao veganismo e à luta pelos direitos animais, a filosofia vegana também é uma escolha que vai além da alimentação. ‘Comecei a me tornar vegano através de textos que me fizeram refletir se era ou não justo reproduzir, usar, explorar e matar animais unicamente para satisfazer nosso paladar ou outras inclinações não-essenciais. Parti do pressuposto que os animais sentem dor’, narra Koji, que ainda ressalta benefícios para o corpo. ‘Com o veganismo é possível ter uma vida mais saudável e impactar menos no meio ambiente. Veja que há pesquisas sobre câncer, problemas coronários, diabetes, que apontam que o consumo de derivados animais faz mal à saúde. O meio ambiente sofre o tempo inteiro com a necessidade de se criar pastos, plantas, grãos, em enormes quantidades simplesmente para alimentar o gado’, pontua ele.
Quanto a relação com a macrobiótica, ele aponta que a grande diferença é mesmo a preocupação com os animais. ‘As pessoas se tornavam macrobióticas por diversos motivos, mas principalmente pela saúde. O veganismo vai um pouco além, é uma expressão da ética e prática moral que pode envolver melhoras na saúde e na alimentação, mas o foco é a ética, uma vez que um cinto de couro provém de um animal que foi morto e usado como mero objeto’, compara Koji Pereira.
No mês de novembro, pelo quarto ano consecutivo, a ONG Gato Negro, da qual Koji faz parte, realizou o projeto Dia Vegano. ‘O evento é voltado para quem já despertou algum interesse pelo veganismo.’, explica. ‘A reação do público é bem positiva. A cada ano recebemos mais e-mails de pessoas que resolveram optar pelo veganismo. é muito bom, também, debater pacificamente divergências entre as pessoas que não são veganas e comparecem ao evento. É sempre um aprendizado para ambas as partes”, comemora ele.” (Trecho da matéria “Muitos em um”, pág. 20, n.17, Verdemar em Revista)





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