Dois filhotes de 2 meses e muito carinhosos, precisam de adotantes que sejam responsáveis e amorosos. Estão em Petrópolis – RJ. Lembre-se, cuidar de um cão é dar amor, alimentação adequada (ração – opte pela ração vegetariana), cuidados veterinários (vacinas e consultas periódicas), esterilização (ajuda no controle populacional de cães) e nunca abandoná-los!!! Quer adotar? Mande um e-mail para: contato@gato-negro.org
Gatinhos em Belo Horizonte/MG
3 gatinhos pretos foram encontrados em um terreno em Belo Horizonte.
Já foram vermifugados, tomaram banho e agora precisam de uma lar.
Favor enviar email para jennifer.d.martins@gmail.com
Para aquelas pessoas que estão começando a descobrir o veganismo estamos criando agora a seção de produtos no site. Ela inclui, por enquanto, produtos de limpeza e higiene, alimentação, calçados e produtos para cães. A intenção não é criar uma lista definitiva, mas apenas ajudar aos que se iniciam no veganismo com algumas dicas de produtos.
Como, infelizmente, não temos tantas empresas 100% veganas no Brasil, leia sempre a embalagem e confira se o produto ainda é vegano, mesmo os que estão aqui na lista – estes podem sofrer alterações na formulação do produto ao longo dos anos. Lembrando que o Gato Negro também não endorsa quaisquer das empresas listadas, apenas queremos ajudar as pessoas que começam no veganismo a saber onde procurar.
Você tem 3 minutos? Assista esse vídeo e veja como um boi reage ao sentir que vai ser morto. O vídeo não tem cenas sangrentas, apenas a reação do animal a morte anunciada. O vídeo foi filmado em um abatedouro dentro das normas européias de abate “humanitário”. Fica claro o oxímoro, se é morte de um animal saudável, que quer viver, que luta para continuar vivo, não há como ser humanitária.
Precisamos praticar uma violência para consumir carne, ovos ou leite. Esse vídeo mostra o que é o destino também de animais para produção de leite e ovos: a morte.
Você acha errado matar um animal por prazer ou conveniência? Saiba que não há motivos a não ser prazer e conveniência para continuar consumindo produtos de origem animal. Ser vegan@ não é só saudável como é indicado pelos orgãos de saúde oficiais como FDA e ADA. Faça a mudança seja vegan@. Baixe o guia e começe agora.
A mídia está noticiando um caso de crueldade contra um yorkshire que provavelmente foi morto por uma enfermeira. O fato chegou rapidamente às pessoas e uma grande comoção nacional se instaurou. Mais que revolta, a notícia foi recebida com desejo de vingança pelas pessoas, na internet pessoas indignadas xingaram e chegaram até mesmo à ameaçar a autora da violência contra o animal com mais violência. A mulher pode ser processada por crime ambiental e crime de tortura psicológica de incapaz, já que o filho de 2 anos presenciou a cena.
Ao prestar depoimento à uma delegacia, a enfermeira disse que o animal “dava muito trabalho”, e assim por conveniência acabou matando-o. Nós, do Gato Negro, demonstramos repúdio a este ato de violência. Claro, somos contra a violência a qualquer animal, independente da espécie. E nesse caso, além da morte o animal foi exposto a bastante sofrimento o que agrava ainda mais a situação. Entretanto, esse fato mais uma vez levanta algumas questões.
Em geral, as pessoas concordam que o ato que a enfermeira praticou é uma violência desnecessária. Por mais que ela preste declarações afirmando que o animal dava trabalho e por isso não lhe era conveniente que o animal continuasse vivo, a conveniência não é um argumento plausível, pois não é uma necessidade. Nem mesmo se ela sentisse prazer e fosse uma sádica, como uma repórter sugere no final dessa reportagem, acharíamos justificável. Correto?
Mas, vamos lá, porque então continuamos usando animais para pesquisas, entretenimento e mais ainda para alimentação? Por que de alguma forma financiamos essa violência contra os animais para produção de carne, ovos ou leite? Esses animais vivem vidas tão miseráveis ou até piores que a do yorkshire. Não mereciam eles também alguma comoção? Claro, todos nós do Gato Negro já fomos um dia onívoros, a intenção por trás de quem se alimenta de carne, ovos e leite é apenas se alimentar, enquanto a enfermeira teve intenção de matar. Mas cabe a nós irmos mais a fundo nessa discussão para debater e entender que realmente não há necessidade de se usar animais, que o veganismo é possível. É este o trabalho que fazemos, mostrar o quanto o veganismo é possível e como se torna desnecessário o consumo de carne, ovos, leite, mel ou produtos testados em animais.
O que muita gente ainda não sabe, é que não precisamos de produtos de origem animal, não vamos morrer de fome sem carne, ovos ou leite e nem perderemos nossa saúde, na verdade eles até fazem mal e causam doenças como obesidade, câncer, diabetes e muitas outras. Temos certeza que muitas pessoas depois desse dilema vão se voltar para o veganismo. Caso contrário, o que sobra como argumento é que “gostamos muito de carne, leite e ovos” ou seja, usamos, prendemos e matamos também por prazer ou dizemos que estamos tão acostumados e que é difícil ser vegano(a) e continuamos reproduzindo a violência contra os animais não humanos por conveniência. Enquanto isso eles morrem.
Agora, volte ao início do texto e veja quais motivos levaram à ação da enfermeira, compare com os argumentos que usamos para continuar nos alimentando de produtos de origem animal. Não vemos tanta diferença. Precisamos parar com todo ciclo de violência aos animais, ser vegano(a) e divulgar o veganismo.
Por fim, as leis não protegem os animais como seres sencientes, que têm interesse em sua própria vida. Uma prova disso é que os crimes ambientais, onde são figurados os maus-tratos, se convertem em alguma pena que será sempre alternativa, por ser considerado um crime leve. A enfermeira, no entanto, pode ser processada por tortura psicológica, não do yorkshire, mas da criança de 2 anos que assistiu às cenas brutais de violência. É claro que a criança deve, sem dúvidas, ter seus direitos respeitados. Por outro lado, percebemos uma discrepância, o animal não têm quaisquer direitos e, o pior, quem têm direitos é o(a) dono(a) sobre o próprio animal. Segundo as leis atuais, a enfermeira têm o direito sobre o animal, de usá-lo, comprá-lo, vendê-lo e, de alguma forma implícita, fazer o que bem entender com ele. Quando permitimos que os animais sejam produtos, estamos dizendo também que eles podem ser usados de acordo com o que o dono institui como aceitável. Não é atoa que a enfermeira precisou apenas dizer que “o animal dava muito trabalho” para que fosse liberada da delegacia. Dessa mesma forma acontece com animais de consumo: vacas, galinhas e peixes. Não é através de leis que terão uma vida melhor. Em suma, as leis não vão prover qualquer proteção substancial aos animais, mas apenas proteger os interesses dos(as) proprietários(as). Como os animais são considerados propriedade, eles podem ser comprados e vendidos.
O veganismo afeta diretamente na demanda, e assim, na morte e uso de animais que não tem absolutamente nenhuma escolha.
Ser vegano(a) é fácil (muito mais fácil do que ser um animal sem opções de escolha), saudável e até impacta menos no meio ambiente. Ser vegano é o mínimo que podemos fazer, está assim além de uma opção, é deixar de praticar um ato violento. Que tal debater mais? Vamos pensar mais? Baixe nosso guia de Introdução ao Veganismo que pode te ajudar bastante nisso.
Já estamos oferecendo o coletor menstrual Miss Cup na Loja Gato Negro! Miss Cup é uma opção vegana (já que todos absorventes convencionais são testados em animais no Brasil) e ecológica aos absorventes tradicionais.
Toda a renda arrecadada com a venda é destinada aos projetos de educação vegana e direitos animais.
Mais um fim de ano se aproxima e com ele as festas entre família e amigos(as). Para quem mora em Belo Horizonte ou São Paulo, tem pouco tempo disponível e quer fazer uma festa 100% vegana, livre de escravidão animal, uma boa pedida é encomendar as delícias.
Em Belo Horizonte, a Quituts oferece os seus já famosos cupcakes e biscoitos de natal. Para quem procura docinhos e bolos a Beth Moura está oferencendo kits muito saborosos para o fim de ano. Ainda em Belo Horizonte, a Sabor Sem Dor oferecer uma ceia completa a partir de R$110, com entrega.
Em São Paulo, o restaurante Vegethus oferece um cardápio completo para ceia, onde você pode escolher entre dezenas de opções e montar o menu da ceia.
Fazer uma ceia vegana é além de comemorar a paz, praticá-la de forma efetiva!
Tivemos 300 participantes, aproximadamente, nos 2 dias do Dia Mundial Vegano 2011. Agradecemos a todas e todos participantes e palestrantes! Certamente os animais não-humanos também agradecem.
O advogado e filósofo dos direitos animais norte-americano, Gary Francione, que participou de um bate papo através de videoconferência, afirmou que, em toda a história, nunca se usou e matou tantos animais como nos dias de hoje. Isso prova, mais uma vez, que as leis e reformas bem-estaristas em nada beneficiam os animais. O filósofo deixou claro que somente o veganismo e a educação vegana criativa e não-violenta podem modificar a situação de escravidão dos animais, e abolir o status de propriedade que hoje esses seres possuem. Há provavelmente mais sofrimento em um copo de leite do que num pedaço de carne, portanto não basta deixar de comer apenas carne, é preciso deixar de consumir carne, leite, ovos, mel e derivados. Além de boicotar produtos testados em animais; boicotar eventos que utilizam animais; adotar cães e gatos abandonados e esterilizá-los (além disso, para cães já temos disponível no Brasil a ração Fri Dog Vegetariana) e se vestir com tecidos de fibra vegetal ou sintética.
Contamos ainda com a ilustre participação de Luís Martini (Veganos pela Abolição – SP), Carolina D’Almeida, Silvana Portugal e Santuário de Gatos Idosos e com Necessidades Especiais.
Vamos em frente com novos projetos e ano que vêm tem mais!
Receita de leite vegetal nutritivo que a nutricionista Silvana Portugal ensinou no Dia Mundial Vegano 2011.
Ingredientes
4 colheres de sopa de grão de quinoa branca
2 litros de água filtrada
Modo de preparo
Levar ao fogo, numa panela, a quinoa com 1 litro de água até levantar fervura. Após, use uma peneira para descartar a água e manter a quinoa. Colocar novamente um 1 litro de água e deixar ferver por 25 minutos. Bater tudo no liquidificador e coar (caso prefira, pode deixar o leite sem coar). Pronto, delicie-se com esse leite vegetal rico em proteínas, cálcio, fósforo, ferro, vitaminas e outros nutrientes! Sugestão: Bater com banana, canela e melado de cana.
Procurando por cápsulas vegetais para manipular fórmulas de medicamentos ou vitaminas? Em Belo Horizonte é possível encontrar na Farmácia Magna Mater. Já em São Paulo, pode-se encontrar na Farmácia Sinete (tel. 11 2799-4010). No Rio de Janeiro, a Nova Era também oferece essa opção.
Sim, infelizmente, as cápsulas tradicionais são compostas de gelatina, um subproduto de origem animal, obtido através de ossos.