Textos
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Uma opção para o lanche vegano na Savassi – BH

Recebemos a notícia da Beth Moura (Vegana e ex-culinarista do Espaço Impróprio – SP.) que seus doces e salgados estão sendo vendidos no DNA Natural (apenas na filial da Savassi – BH, por hora). Quem quiser experimentar as delícias: Brownie, cajuzinho coberto com chocolate, amor em pedacos, pastel assado com brocoli e tofu, palmito, espinafre e tofu, tomate seco e tofu. Kibe com recheio de tofupiri  e hamburger, e torta de bananas, tudo vegano e integral. Poderá ir até o local para conferir:

DNA Natural Savassi
Avenida do Contorno, 6701 loja 2 - Savassi
Telefone (31) 3586-6700
belohorizonte.jeannie@dnanatural.com.br

A Beth Moura atende a pedidos de empresas e pessoas físicas, quem se interessar pode falar com ela em BH nos números:
Tels.: (31) 3088-0317 e (31)9162-4213
moura.beth@gmail.com

Conheça outros lugares que oferecem opções veganas em BH.

 


Atenção:
Infelizmente Belo Horizonte não possui nenhum restaurante 100% vegano (só os congelados vendem apenas produtos veganos). O Gato Negro não endorsa a venda de nenhum produto de origem animal e não possuímos qualquer ligação (comercial ou não) com restaurantes. Consideramos que a divulgação de estabelecimentos para ajudar àqueles que precisam comer fora e não encontram uma opção.
Esta lista pode estar desatualizada, por favor sempre confira com o estabelecimento sobre os ingredientes e produtos. Use-a apenas como referência.
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Entrevista com Gary Francione em vídeo

Entrevista com Gary Francione, vale a pena ver!

Legendas em português: clique no ícone (CC) no canto direito inferior do vídeo e selecione português.

 

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Parte 4:

Parte 5:

Parte 6:

Parte 7:

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Mais uma opção de delivery vegano em BH

Quem é de Belo Horizonte agora tem mais uma opção 100% vegana, segundo Roberta uma das proprietárias do Mato de Minas “Nossos produtos são isentos de  origem animal, 100% veganos.” Os pratos são frescos e não congelados. Ótima pedida para festas, para ocasiões especiais ou para matar a fome mais apressada. Os pedidos precisam ser feitos com 48 horas de antecedência.

Mato de Minas
www.matodeminas.com
Tels: 31 3521-1373, 31 8891-1373 (Elton), 31 8447-8882 (Roberta)
matodeminas@hotmail.com
Entrega em casa
Pratos frescos (não é congelado), precisam de 48h de antecedência
Segunda à sábado de 8:00 às 16:00
Menu: Sanduíches naturais, quiches, patês, doces e tofu de fabricação própria.

Mais opções de lugares, congelados e restaurantes veganos em Belo Horizonte.

 

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Piquenique vegano em Belo Horizonte

Neste domingo o Gato Negro convida a tod@s para um piquenique vegano (sem carne, ovos, leite ou qualquer produto de origem animal). Traga seu lanchinho, receita e compartilhe conosco!

Venha aproveitar o domingo e reencontrar amig@s ou fazer novas amizades, bater um papo e comer algumas guloseimas :)

Vamos nos encontrar às 15:30 na entrada do Parque das Mangabeiras neste domingo, dia 12 de Fevereiro. Se ficar perdid@ ligue pra gente!

Evento aberto e gratuito!

Sem ideias do que levar? Veja algumas receitas veganas.

Contatos:
contato@gato-negro.org
(31) 9322-6831

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Carta para o(a) protetor(a)

O trabalho que você faz é essencial à vida de diversos animais. Reconhecemos seu esforço incrível na promoção de uma vida feliz para cães e gatos. Gostaríamos de chamar atenção, no entanto, para algo simples que você também pode fazer e que irá impactar na vida de dezenas, centenas e provavelmente milhares de animais e sem precisar de tanto esforço.

Vivemos numa cultura em que os animais não-humanos são usados por nós para satisfazer nossas mais diversas vontades. São vistos como simples coisas, sem sentimentos, vontades e preferências. Valem apenas na medida em que valem para nós; são meios para fins humanos. Você, protetor(a), sabe como é difícil fazer com que as pessoas respeitem os animais.

Nós, animais humanos, possuimos o interesse fundamental de sermos livres, e por isso dizemos que temos um direito moral à liberdade. E exatamente o mesmo raciocínio vale, ou deveria valer, para os animais não-humanos. Todos os animais, humanos ou não-humanos, independente da espécie, querem ser livres.

Você, como protetora ou protetor, sabe muito bem o que é defender um animal, como um gato, cão ou mesmo um animal silvestre. Já presenciou de perto o sofrimento de um animal e muitas vezes já até deixou suas atividades diárias em prol desses animais. O problema é que nossa cultura antropocêntrica nos faz esquecer de outros animais só por conta de suas espécies, principalmente vacas, bois, porcos, frangos, galinhas e peixes, ou seja, aqueles que são utilizados para nos servirem de alimento, seja através de carne, leite, ovos ou outros produtos. Pense bem, você seria contra matar um cão simplesmente porque alguém “sente prazer nisso” ou mesmo para servir de alimento, ainda que a morte fosse a menos dolorosa possível? Isso é inaceitável, certo?! Se você concorda, lembre-se que animais como vacas, porcos, peixes e abelhas são diferentes fisicamente, mas todos são capazes de sentir dor. Todos eles são capazes de sofrer, enfim, todos querem que sua vida seja preservada e que sua autonomia não seja roubada. Todos os animais querem viver e ser livres. A cultura vigente separa hierarquicamente os animais que devem ser defendidos daqueles que devem ser usados como um mero produto, mas não há justificativas plausíveis para essa divisão.

Toda vez que sentamos para fazer uma refeição fazemos escolhas. E sim, podemos escolher proteger, ou melhor, não causar dano e morte aos animais, independente da espécie. E de quebra, diminuir o impacto ambiental e melhorar nossa saúde. Segundo a FAO, a criação de animais para alimentação gera mais gases responsáveis pelo efeito estufa do que todos os automóveis juntos. Ínumeros estudos demonstram que muitas doenças graves, como câncer e problemas coronários, estão ligadas à alimentação baseada em produtos de origem animal.

Ninguém precisa comprar couro, “animais de estimação” ou ir a zoológicos. Todos podemos boicotar empresas que fazem testes em animais. E ninguém precisa se alimentar de produtos de origem animal, como carnes, laticínios, ovos e mel. A postura filosófica e política baseada nesses preceitos chama-se veganismo.

Veganismo é valorizar todas as formas de vida animal e buscar respeitá-las igualmente. 

A vegana e o vegano buscam a abolição da escravidão animal, através da não utilização de animais como objetos de consumo. Ser vegano(a) não é uma “missão impossível”. Você pode pegar conosco ou baixar na internet o guia Primeiros Passos para o Veganismo, que irá te ajudar no processo de transição. E lembre-se, só no Brasil 30 milhões de bois são mortos anualmente para alimentação, sem contar peixes, galinhas e outros. Com o veganismo você pode mudar a vida de muitos desses animais. Veganismo é uma atitude simples, que não irá impactar no seu ritmo diário e que promove uma mudança profunda e positiva para os animais. 

A boa notícia é que, além de respeitar os animais, contribuir com o planeta e melhorar sua saúde, você desfrutará de muito sabor na alimentação vegana! Veganos(as) não comem carne, ovos, leite e mel, entretanto se alimentam de inúmeros grãos como arroz, feijão, grão de bico, lentilha, trigo sarraceno, cevada, além das hortaliças, castanhas, legumes e das riquíssimas frutas que temos em abundância no Brasil. Alimentos que muitas vezes passam desapercebidos pelo paladar homogeneizado. Experimente criar e preparar diversas receitas veganas! Pizzas, massas, sanduíches, bolos, doces, do mais gourmet ao mais simples.

Nós fazemos parte do Gato Negro, um coletivo pelos direitos animais que defende a abolição da escravidão animal através de projetos educacionais e divulgação do veganismo.

Acesse mais informações sobre veganismo e direitos animais e tire suas dúvidas.
Tel. (31) 9322-6831 (das 9h às 18h)

Esse texto é um panfleto do Gato Negro, baixe a versão versão em PDF ou imagem.

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Panfletos

Além do Guia de Iniciação ao Veganismo, o Gato Negro também produz panfletos com o objetivo de educar as pessoas sobre veganismo e direitos animais.

Todos panfletos podem ser impressos e copiados livremente.
Licença Creative Commons

 

Panfleto “O Sofrimento dos animais é mesmo necessário?” – Arquivo para impressão (PDF)

Frente (Clique para baixar em PNG)

Verso (Clique para baixar em PNG)

 

Panfleto “Carta para o(a) protetor(a)”
Arquivo para impressão (PDF)
Arquivo texto
Arquivo imagem (PNG) abaixo

 

Frente (Clique para baixar em PNG)

Verso (Clique para baixar em PNG)

 

 

 

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I Oficina Culinária Vegana Temática da Gato Negro

O Gato Negro tem o prazer de convidar todos e todas para sua primeira oficina vegana temática de 2012! Nessa primeira oficina o tema é a culinária italiana.

Preparações
Bruschetta clássica e ao funghi
Spaghetti integral ao pesto
Risotto
Lasagna de Tofu (com massa tradicional e beringela)
Sobremesa Palha Italiana

Preço: R$35,00, vagas limitadas e sujeitas a confirmação via pagamento.

Formas de pagamento
Depósito bancário
Cartão de crédito (pagseguro) ou boleto bancário. *Adicional de 3 reais devido às taxas do serviço

Evento no Facebook

Dia 26 de Janeiro, quinta-feira
Às 18:30h
Local: Espaço Gourmet – R. Cláudio Manoel, 197 – Funcionários.

Informações para pagamento e confirmação: (31) 8578-3178, Felipe.

Delicie-se com a culinária vegana!

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Lista de produtos veganos

Para aquelas pessoas que estão começando a descobrir o veganismo estamos criando agora a seção de produtos no site. Ela inclui, por enquanto, produtos de limpeza e higiene, alimentaçãocalçados e produtos para cães. A intenção não é criar uma lista definitiva, mas apenas ajudar aos que se iniciam no veganismo com algumas dicas de produtos.

Como, infelizmente, não temos tantas empresas 100% veganas no Brasil, leia sempre a embalagem e confira se o produto ainda é vegano, mesmo os que estão aqui na lista – estes podem sofrer alterações na formulação do produto ao longo dos anos. Lembrando que o Gato Negro também não endorsa quaisquer das empresas listadas, apenas queremos ajudar as pessoas que começam no veganismo a saber onde procurar.

Se está começando, dê uma olhada e não esqueça de baixar o Guia de Iniciação ao Veganismo. Se já é vegan@ há mais tempo aproveite para deixar suas sugestões no contato@gato-negro.org

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Grupo de Estudos Gato Negro (1° Encontro)

O Gato Negro, convida para o primeiro encontro do grupo de estudos. O objetivo do grupo de estudos é aprofundar as discussões e leituras principalmente sobre direitos animais na perspectiva abolicionista.

O tema desse primeiro encontro é um texto do Prof. Gary L. Francione “Abolição da exploração animal: a jornada não começará enquanto estivermos andando para trás” de 2006, que é uma crítica direta ao texto de Peter Singer e Bruce Friedrich na revista Satya com o título “The Longest Journey Begins With a Single Step: Promoting Animal Rights by Promoting Reform”. Nesse texto Francione critica as reformas bem-estaristas e demonstra como a posição abolicionista não é uma posição de “tudo ou nada”.

Como funciona?
Uma pessoa irá apresentar o texto e em seguida abriremos para discussão.

É obrigatório a leitura prévia do texto?
Não, mas é recomendado que você leia o texto para poder discutir melhor o assunto.

Como leio o texto?
Acesse aqui o texto.
Caso queira ler o texto que originou o texto escrito pelo Prof. Gary L. Fracione, acesse aqui (em inglês).

Onde e quando?
Dia 22/01/2012 às 15:30 – 19:00
no Ystilingue – Edifício Maletta, Av Augusto de Lima 245, Sobreloja 35

Confirme sua presença no evento no Facebook

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Homus

Essa é a receita de homus que ensinamos no Dia Mundial Vegano 2011. Homus é um prato árabe naturalmente vegano, rico em proteínas e delicioso. Muita gente pediu ela escrita, e aqui está a receita!

Ingredientes

500g de grão de bico
10 colheres de sopa de tahini (como opção econômica: gergelim torrado e moído no liquidificador)
4 colheres de sopa de azeite extra virgem
1 limão médio
1/2 cebola média
2 dentes de alho
Sal a gosto

Preparo

O maior problema dos homus que vemos por aí é o sabor muito amargo do grão de bico. Para tirar esse amargo e ainda melhorar a absorção de vitaminas e minerais do grão de bico, o ideal é deixar de molho de um dia para o outro e tirar a casca. Deixe bastante espaço na vasilha que for deixar de molho, pois o grão de bico ganha bastante volume depois de hidratado.

No dia seguinte vem a outra parte mais complicada: tirar a casca. Temos uma dica que é dar choque térmico. Escorra toda a água do molho. Coloque numa panela grande o grão de bico e encha de água, quando a água começar a formar bolhas, tire do fogo. Escorra rapidamente essa água quente e jogue água fria corrente. Vá fazendo isso até o grão de bico ficar bem frio. Após, com ele imerso na água fria, começe a debulhar e rapidamente você verá que as cascas ficarão suspensas na água. Jogue as cascas fora.

Agora coloque o grão de bico sem nenhum tempero numa panela de pressão. Deixe pegar pressão e depois disso mais uns 10-15 minutos de cozimento, dependendo da sua panela. Ele estará cozido e com sabor bem neutro.

Dica: Você pode evitar todo o trabalho até aqui comprando o grão de bico já pré-cozido, em algumas cidades é fácil de encontrar. Ainda preferimos o fresco ;)

Agora é a parte fácil! Escorra totalmente a água do grão de bico e reserve. Coloque num liquidificador o grão de bico puro, o tahine (ou gergelim torrado), a cebola, o alho, azeite, o sumo do limão e sal à gosto. Se seu liquidificador for pequeno e fraco, divida e bata metade, depois a outra metade. Se estiver muito seco adicione a água do cozimento aos poucos (cuidado pra não ficar muito líquido). A consistência do homus é pastosa, tipo um patê.

Prontinho pra comer! O homus funciona bem no lanche, café da manhã, almoço e jantar. No lanche, junto com pão árabe, nos almoços e jantares, junto com arroz com lentilhas e tabule fica perfeito.

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